11 de setembro de 2011

11 DE SETEMBRO

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 (c) Santos & Santinhos

Num piscar-de-olhos o tempo correu tal com tanta velocidade como aquela que desmorounou toda aquela realidade transformando-a numa grande nuvem de pó. O pó que a memória não levou.

10 de setembro de 2011

AS MARAVILHAS DA GASTRONOMIA

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(c) Santos & Santinhos


Eis que no ar se propagam iguarias ditas classificadas. De Scalabicastro, em tons de alho francês e beringela, para melhor agraciar o distinto certame, difundem-se para todo o país gulosas tradições que por democrática escolha irão ser elevadas à categoria do palmarés do divino Pantagruel, ainda que sem o olhar e a dignidade dos preceitos da arte de tão criterioso juiz e comensal a quem a história tantas vénias faz. Portanto, hoje, mais hora menos hora, saberemos que "comesainas" arregalam os olhos ao Zézinho do Bordalo com a satisfação e a lembrança que o todo não faz a parte!


News

Três sopas entre os dez mais votados no concurso Maravilhas da Gastronomia ,

1 de setembro de 2011

DEPOIS DA TEMPESTADE... A BONANÇA

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Tal é a força da expressão que os astros lhe obedeceram com tal prontidão fazendo jus à sua eficácia. À tremenda noite onde tudo choveu sucedeu-lhe um dia de contorno primaveril de brilhante solar aspecto...  Efémera ou não, uma boa altura para desprender de coisas e de dores passadas metaforicamente arrancadas pelas águas correntes. Posto isto, segue a jornada.


News

Setembro abre com previsão de chuvas fortes

30 de agosto de 2011

O DIA DA PADROEIRA

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(c) Santos & Santinhos
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Pela rua passa a Senhora
De alva veste bordada de flores
Andor de devota condição
Penhor de graças a quem espera salvação.

Quem sente enternece
Mirando e olhando doce expressão.
É mãe que embala, cuida e guarda
Que assim corre em procissão.

Ladeada de gente, que enfim,
Eis a Senhora da Graça,
Menino ao colo se acha
Para que do leite homem se faça.
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Não sei mais o que escrever
Para esta rima concluir
Loas não sei tecer, não sei,
E assim, sem mais, eis o fim!
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3 de agosto de 2011

FÉRIAS DE VERÃO

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(c) Santos & Santinhos

Férias ou a Catarse do ano.
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NO PÔR DO SOL...

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AGOSTO

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Dizem as praeiras sentadas na borda da praia, essas que conhecem melhor que ninguém a raça do tempo de estio, com o saber calejado no rosto abrasado pelo sol e curtido pelo sal do mar, arrevesando-se no seu xaile preto olhando o infinito longínquo, que: 1º de Agosto, 1º de Inverno. Diz também o povo de lado a lado desde o tempo das avós e das avós das avós que letradas em pouco mais do que cultura popular, sabiam para além do que aquilo que tenra gente saída do seu regaço encerra.

Se a cinzenta chuva brindou à máxima popular sem o gosto do tempo quente e do ameno conforto da praia, privado de tal delicia o fim do dia encantou-se aos olhos com este desfecho:

(c) Santos & Santinhos
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3 de julho de 2011

FRASE DO DIA:

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 (c) Santos & Santinhos


"O Lousã cheira a bafio"

(Marcelo Rebelo de Sousa sobre Francisco Lousã e a sua antiguidade partidária hoje no Jornal Nacional da TVI)
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2 de julho de 2011

JUST MARRIED

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(c) Santos & Santinhos


Tenho por hábito assistir a este tipo de cerimónias como um dever pelo qual desconheço o verdadeiro motivo - provavelmente pela afinidade e boa impressão que sinto pela praxis dos rituais em si e a forma como são abordados nas diversas latitudes segundo os hábitos, tradições, costumes e gostos locais.

Com a bênção católica de Deus, Alberto II do Mónaco desposou Charlene Wittsctok na presença de 3.500 convidados vestidos a rigor ao som da música de Mozart, Schubert e Handel dirigida por Lawrence Foster (o maestro da orquestra Gulbenkian) e interpretada pelo soprano Renne Fleming, pelo tenor Andrea Bocelli, e pelos solistas, coro e orquestra da ópera de Monte Carlo assim como das intervenções musicais litúrgicas do coro dos pequenos cantores do Mónaco.

Belas imagens pela TV foram chegando. Imagens arruinadas pela falta de espírito e inconveniente verborreia compulsiva dos apresentadores da TVI que impiedosamente pouco deixaram ouvir da beleza da música que se escutou. O auge deu-se com Judite de Sousa e Felipa Garnel durante a Avé Maria de Schubert. Competindo com o protagonismo da exibição de Andrea Bocelli arremessaram-nos com pérolas medíocres e fúteis em comparações de trazer por casa onde no mesmo prato se pôs em apreciação, passo a expressão:"o olho do cu e a feira de Silves". Já num tempo avançado da exibição, repreendidas pelo Goucha, lá se ouviu o que se pode em silêncio. Da mesma forma o Agnus Dei mozartiano, de inenarrável beleza, foi asperamente comentado  pelo padre António Rego com alegorias poéticas religiosas do tempo de Pio XII sobre o santo sacrifício da missa e outros barroquismos rendilhados esquecendo que em Mozart essa música é o enaltecimento e a plenitude. Valeu-nos a discrição de comentários da RTP sem deixar nela de apontar o atabalhoamento do tradutor.

O silêncio por vezes vale mais do que mil palavras assim como a incultura aqui criticada é apontada não pela creditação de saber mas pela desinteligência e iliteracia dos comentadores ante aquilo que à sua volta discorria  subestimando e castrando o conhecimento e o sentimento do público televisivo  na melhor apreciação da fluência da evidência do dia. De grosso modo, mas bem caricaturada, esta postura assemelhou-se àquela que achamos nas salas de concerto e auditórios a certas pessoas  de educação duvidosa arvoradas à máxima sapiência do-diz-que-tudo-sabe e que durante a audição da música tudo comentam ruidosamente importunando quem ao seu lado está.


News

Príncipe Alberto e Charlene disseram “sim” no MónacoPríncipe Alberto e Charlene disseram "sim" no Mónaco , Casamento real. Será desta que o solteirão mais cobiçado do Mónaco acalma? ,

29 de junho de 2011

28 de junho de 2011

R.I.P. ANGÉLICO VIEIRA

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(c) Santos & Santinhos


Um vulto de aparência jovem extinguiu-se na mercê de um episódio brutal quanto às suas consequências sem que no fim da dramatização se tivesse ouvido: CORTA!... Cai o pano e fecham-se as luzes para o actor que com mais fortuna do que talento percorreu num meio abrir-e-fechar de olhos a passerelle da fama. Privado agora de honras ou de ser vaiado pelas misérias que o futuro de certo lhe reservaria ficará cristalizado na imagem do fulgor daquilo que toda a gente lhe conheceu ou lhe apreciou.


NEWS

Morreu o actor e cantor Angélico Vieira , Angélico morreu. Óbito foi declarado esta noite  , Certidão de óbito de Angélico Vieira ao início da noite , Angélico mantém prognóstico muito reservado, amigos preparam vigília , Angélico Vieira em morte cerebral , Fãs de Angélico Vieira fazem corrente em frente ao hospital à espera de um “milagre” , Angélico. Óbito deverá ser declarado nas próximas horas , Estado de saúde de Angélico agravou-se , Hospital desmente "morte cerebral" de Angélico , Ministério Público vai decidir sobre realização da autópsia de Angélico , Acidente como o de Angélico Vieira pode chocar mas “não tem efeito educativo duradouro nos jovens” , Da televisão para os palcos, Angélico era um ídolo juvenil ,

17 de junho de 2011

CURA PARA TODOS OS MALES

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Com a cabeça em água
De mil tormentos que a vida assim guarda,
Em água me deito a apaziguá-la.
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AIDA DE ALFAMA

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(c) Santos & Santinhos


A Aida de Alfama tem cara farrusca mas não é africana, mulata ou pardacenta. Nasceu na Alfredo da Costa: é alfacinha de gema. Anafada e roliçona enverga bata comprada nos chineses que lhe evidencia os seus grossos braços. Por baixo desta preciosidade venusiana traz apenas lingerie e nas pernas gordas meia de vidro preta alçada até à coxa. Com voz de cordas-de-aço controla o seu negócio dando-o conta ao bairro inteiro. De abanico na mão vai aliviando o suor que lhe desce pelo enegrecido rosto abaixo até aos seios colocados em frente ao assador onde se empenha a despachar sardinhas em favor dos trocos que o cliente honrado se empenha a deixar por tão rara iguaria. Posto que todos se serviram e dali partiram, exalando a mulher do povo, de prato bem guarnecido e aviado, suspira agora na vinda do seu homem que há-de ali chegar para naqueles manjares se afundar.



News
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Mini, média e grande ópera. Com um olhar para a música portuguesa . 2011/2012: Dias de amor, traição e morte no São Carlos

16 de junho de 2011

A MUSICA QUE SE OUVE:

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"Como tantos outros artistas portugueses dos maiores, Viana da Mota foi uma vítima da incompreensão, da maldade e da pequenez de um meio com o qual a sua invulgar estatura não podia ter medida comum."

Lopes Graça


Vianna da Motta, aqui, caro leitor, foi talvez um dos compositores portugueses mais sublimes do seu tempo e que com largo sentido pátrio, numa inteligente combinação de conhecimentos, sons e estilos, dotou a sua época e o seu país de um original repertório musical e de uma obra reformadora onde nunca negou a sua essência.

Poucos foram como ele. Do seu tempo chegaram-nos com distinção apenas ecos e rasgos dos nomes ou da musica de Augusto Machado (o Cruges dos Maias queirosiano), aqui, Alfredo Keil (o autor do actual hino nacional), aqui, ou de Rey Colaço (de quem lembramos com saudade a memória da sua filha e da sua neta), aqui.  
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Filho do romantismo tardio e do saudosismo Vianna da Motta foi um pianista de renome internacional.  Educou-se na Alemanha, a expensas do senhor D. Fernando, quer nas aulas que a Liszt tomou como na leitura de Schopenhauer e tantos outros pensadores de que o nome em Portugal eram então apenas palavrões de difícil pronunciação. Durante o primeiro conflito mundial regressou estrategicamente ao seu país. Reformou o ensino da musica e educou e condicionou toda a geração de pianistas que de Portugal partiram para o mundo como virtuosos deste instrumento e que nos seus nomes lembramos Sequeira Costa, aqui; António Vitorino de Almeida, aqui, e Maria João Pires, aqui, (alunos de Campos Coelho); ou Artur Pizarro, aqui, (aluno de Campos Coelho e Sequeira Costa).

Para além de peças de piano de grande feição, sempre tocadas e lembradas pelos seus discípulos ainda vivos e pelos discípulos dos seus discípulos (aqui em evidência), compôs obras orquestrais  de grande envergadura que compreendem a sinfonia, o poema sinfónico ou o concerto para piano assim como géneros de salão como a canção e eventualmente algo que me escapa. Hoje permanece esquecido e pouco tocado nas salas de concertos sendo que só com frequência o podemos audicionar nas gravações existentes que sem vida corrente e actualidade de execução ficam infelizmente presas à museologia discográfica, para glória da nossa memória, em detrimento da vergonha em se ser português.
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A SARDINHA CÁ DA CASA

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(c) Santos & Santinhos

Na Sardinha não há beleza...
Há somente a graça de cuspir as espinhas!
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14 de junho de 2011

QUADRAS

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@Santos & Santinhos
 
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Santo António de Lisboa
De língua e cordas de oiro
Valha-nos a eloquência, que tesoiro,
Rica benção, tão boa!
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SANTO ANTÓNIO DE LISBOA

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@Santos&Santinhos
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Quem não conhece a procissão de Santo António de Lisboa não adivinha o que nela vai, o que nela se presencia e o que dela na pele se sente.

A fama da laicidade do povo de Lisboa não chega para apagar dos seus corações a devoção a este vulto. Afinal quem se soleniza nesse momento não é um qualquer beato da cristandade como Vicente, o diácono estrangeiro que da cidade é senhor, mas o "Nandinho", o filho do Bulhões da Sé, que em criança viva vivinha como um pardal-dos-telhados percorrera aquelas mesmas ruas gritando para os céus como qualquer criança estroina fruto daqueles bairros que a Alfama convergem. Degenerando à raça das suas gentes não foi fadista mas santo.

Começa a procissão. O povo que já é muito cerca o "santo" aplaudindo a passagem da sua eloquente e erudita imagem de traços assim talhados. Rosto jovem e inocente adivinhando-se nele tanto para dar e tanto ainda para dar, malgrado tantos anos passados. Hábito franciscano de rendilhados dourados assim o adornam. No braço Jesus petiz e na mão uma cruz florida. Coroado de prata caminha sobre um andor pousado num jeep de bombeiros disposto para acavalar a ocasião.

Avança a marcha. De todo lado junta-se o povo vindo sabe-se lá de onde fazendo esperas nas ruas mais largas ou amontoando-se atrás da banda de música que por entre marchas graves em tons menores e pesados nos faz pensar nisso mesmo: o fado e o fardo que é a nossa insignificante vida medíocre sem eco e brilho, contrária à daquele a quem se faz honras no andor. A lágrima surge facilmente. A pele sente-se e enruga. O povo que é imenso e imponente reza e canta. Canta o "Avé de Fátima" trazendo à memória essa outra grandeza espiritual portuguesa que a 13 de Junho também se assinala - acrescento ao meu caro leitor atento nestas palavras que o senhor D. João V de Portugal nos idos anos do seu século ergueu em Mafra uma basílica dedicada a Santo António e a Nossa Senhora. De facto, de um pomposo acontecimento particular hoje vemos esta feliz conjunção consagrada e popularizada espontaneamente a todo um Portugal do século XX que neste dia 13 parece que nada esquece.

Caminha-se por ruas estreitas. Ruas onde se adivinha a longa vigília antoniana. Momentos nos quais a sardinha vestida de prata e de lua foi rainha e a cerveja na sua cor solar rei fulgurante portador de alegrias. Deles agora apenas o vestígio. Exalam-se das paredes o odor gordo do fumo negro saído do sacrifício e dos cantos o fedor do fulgor da noite inteira. É por aqui que corre Santo António perfumado por nuvens de incenso impostas pela força do turiblo arremessado ao ar. Vêem-se colchas nas janelas. Tocam sinos que ecoam  aqui e ali num tímido repique. Chovem pétalas de flores. Desfilam autoridades, irmandades, padres, acólitos, diáconos e franciscanos da ordem terceira. Escuteiros e polícias velam pela ordem de um povo crente com o terço, flores e velas nas mãos como de um outro de mirones de máquina fotográfica em riste. Eixo de toda a procissão com o Santo marcham  pendões, São Tiago, São Miguel, Santo Estêvão, São Vicente, São João Baptista e uma sua relíquia exposta pelas mãos de um arcebispo cobertos por um dourado palio. Todos compondo a famosa procissão acrescentam em cada passo para o seu termo cor, beleza e majestade matizados pelo brilho esplendoroso do luminoso astro rei que lá do alto consente a esta festa honra e graça sorrindo a esta cidade que assim se parece mais bonita.

É esta a procissão e é este o santo de Lisboa. A memória da criança que em tenra idade se distinguiu pela sua voz argente que o fez receber na Sé. Menino do coro cresceu. No canto, na música e na lições do chantre e dos mestres da Sé amadureceu e dali saiu para não mais voltar a Lisboa - somente para embarcar rumo ao destino que o imortalizou. Pela sua voz aos sermões se fez e neles eloquentes discursos elaborou para fama do seu órgão vocal e da sua língua de oiro que em oiro se guardam e lá longe, em Pádua, se veneram.


NEWS:

PSP deteve 135 pessoas no fim-de-semana prolongado , Alto do Pina vence Marchas Populares de Lisboa , Alto do Pina venceu as Marchas Populares de Lisboa , As noivas de Santo António já não vão ao médico. Veja como tudo mudou , Santo António. Monte o seu estaminé, porque o santo da casa não faz todos os milagres , Depois do Santo António e S. João... chegou o S. Pedro , E as sardinhas vencedoras são… Festas de Lisboa têm novos símbolos , Festas da cidade de Lisboa arrancam hoje com espectáculo na Baixa , Sant'António quase a acabar , CP com comboios especiais na madrugada dos Santos em Lisboa

3 de junho de 2011

MACAQUICES - LIÇÃO DA SEMANA

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Há um certo tipo de pessoas que pela sua esmerada e polida postura, vulgo educação - forjada e martelada na aurora dos tempos idade do conhecimento -, revestida de mansidão e sentimentalismo, não merecem preocupação, conversa e resposta ante isso mesmo: a má criação e falta de civismo com que se dirigem arrogantemente defendendo causas fracas fraquinhas, que sem força de intelecto e artes de rebuscada oratória, se reforçam na flor da arte do grito e da presunção. De facto:

"Lá porque a macaca se veste de seda não deixa de ser macaca!"*
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* do domínio popular das terras para lá de Barrancos e afins.
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MATTINATA

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Sacudido de embrenhados deveres, eis-nos publicando:
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