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(c) Santos & Santinhos
Fazendo uma análise a um percurso aproximadamente de 15 anos chego à conclusão que estive rodeado ou me senti atraído, academicamente, socialmente e profissionalmente, por um certo tipo de pessoas de índole duvidosa quanto à origem das suas melhores intenções. Não por intenção mas sobretudo pela disponibilidade de espécimes que nesses certos meios que frequentei encontrei.
Diplomado em bullying e moobing cheguei a esta idade com tantos complexos e desilusões turvantes do melhor olhar sobre as pessoas que por consequência me privaram do sentimento de curiosidade e aproximação. Lá no meu canto, recordando uma preciosa lição da adolescência, fiquei esperando quem por bem se fosse aproximando e se interessasse por partilhar reciprocamente ideias e olhares.
Hoje, embora tivesse atravessado o portão da faculdade, desmotivado pela minha falta de brio no melhor empenho das minhas obrigações, venho de lá com um certo conforto de um gesto de tão grande generosidade que mesmo que seja contado ninguém acredita. Um acto que só poderei classificar de muita estima e maior amizade, já que a minha recusa a esse acolhimento poderia ser classificada de ofensiva e o que me fora depositado nesta prova não poderia ser largado assim. Não sei se sou merecedor de tal prémio com que fui agraciado, mas por esta dádiva cito uma lição do meu livro da 2ª Classe que no seu término se moralizava com a seguinte máxima: amor com amor se paga!
Obrigado R. M.
E muito especialmente: obrigado M. P.
E muito especialmente: obrigado M. P.
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