9 de outubro de 2009
8 de outubro de 2009
MADAMA BUTTERFLY - PUCCINI
CAE - CENTRO DE ARTES E ESPECTÁCULOS
DA FIGUEIRA DA FOZ
10 Outubro 2009
21h30m
Cio-cio-san
Ana Ester Neves
Pinkerton
Pedro Chaves
Sharpless
José Corvelo
Susuky
Larissa Shavchenko
Goro
Samuel Vieira
Zio Bonzo
João de Oliveira
Principe Yamadori
Jorge Martins
Imperial Commissario
Luís Pereira
Kate Pinkerton
Maria João Morais
Direcção Musical
Giovanni Andreolli
Encenação
António Pires
OP - COMPANHIA PORTUGUESA DE ÓPERA
7 de outubro de 2009
A TEMPESTADE DE ONTEM
PRÓLOGO
A UMAS QUADRAS MAGNÍFICAS DE METEREM DÓ:
Chama-se Grace
E ainda por aí ao ataque...
Ao largo dos Açores formou-se
E os States, com ganas alla tropical,
Em feroz velocidade grassa, grassa no que já grassou!
Ontem, piscou-nos o olho
E com ares de graça
Se fez ver e nos falou.
RIMAS MAGNIFICENTES SEM GRAÇA QUE ESTUPIDIFICANDO IMOVÍVEIS PEDRINHAS DA CALÇADA, CONSEGUEM ATRAIR RÃZINHAS "PIQUENAS".
ORA LEIAM:
Draconiana tempestade atravessei sem medo
De ameaçadora luz e rasgados sons infernais
É verdade que era um belo e pueril espectáculo.
Este rugir e cantar do ruidoso Éter.
Porém... melhor e manifesto espectáculo no chão molhado se encenava
E como testemunho desta verdade - eccolo quà:
Do antigo Egipto certa praga apareceu.
Com dois riscos impiedosos nela deslizei - Blhák!
Pela verdade do meu sonoro e luminoso Cavalo
Que pressa, a casa tinha de chegar.
Ora toma menina Grace...
Este é o séc. XXI e levaste com a minha máquina.
ORA LEIAM:
Draconiana tempestade atravessei sem medo
De ameaçadora luz e rasgados sons infernais
É verdade que era um belo e pueril espectáculo.
Este rugir e cantar do ruidoso Éter.
Porém... melhor e manifesto espectáculo no chão molhado se encenava
E como testemunho desta verdade - eccolo quà:
Do antigo Egipto certa praga apareceu.
Com dois riscos impiedosos nela deslizei - Blhák!
Pela verdade do meu sonoro e luminoso Cavalo
Que pressa, a casa tinha de chegar.
Ora toma menina Grace...
Este é o séc. XXI e levaste com a minha máquina.
6 de outubro de 2009
O DIA DE HOJE
Ontem a Republica, hoje Amália... Uma mulher, que em jeito de verdade, o iluminismo consagraria como uma heroína - do nada ao tudo, de vendedora de laranjas ao maior ícone musical português do séc XX português.
Brava Amália!!!!
És motivo de orgulho nacional...
(pena que não hajam mais como tu!)
És motivo de orgulho nacional...
(pena que não hajam mais como tu!)
O DIA DE ONTEM

Sendo hoje dia 6 de Outubro, faço em jeito póstumo o assinalamento póstumo à comemoração do dia da Républica portuguesa. Não comemorei nem saí à rua como um folião dessa convicção. Não é uma data popular nem move a massa popular como um 1º de Dezembro - data com a qual tenho uma enorme afinidade e me sinto patriota e orgulhoso de ser português.
Ontem trabalhei. Trabalhei que nem um escravo negro 10 horas seguidas, com uma refrescante pausa ao crepúsculo, para deleite de todos os meus sentidos, em jeito de corrupção de alguns pecados mortais... - ora, bolas para os pecados mortais, castradores do bem estar e harmonia espiritual. Evoco pois as paixões descomplexadas narradas por Bocacccio nos Contos de Canterbury, no qual homem o mais intrínseco observante da moral religiosa, depois de visitado pelo falecido luxuriante irmão, sai à rua para fornicar...
Pois bem, em dia de Républica trabalhei e num quarto com vista sobre a cidade forniquei, borrifando-me para a efeméride. Antes assim, do que que compactuar com quem tudo tira e nada dá... pois o trabalho sai-nos do corpo, e do fruto dele o ordenado.
Alguma coisa contra?
4 de outubro de 2009
3 de outubro de 2009
30 de setembro de 2009
RIMAS GUINCHADAS E ÁCIDAS A UMA PRINCESA CAPRICHOSA COM CARA DE INFANTA ESPANHOLA OFENDIDA
Lá vai a Infanta ofendida
Princesa Senhora convencida
Correndo pelos átrios da vida
Nesse Palácio onde só ela é bem vinda!
Esbaforida vai passando
Cheia de pulgas se coçando
P'los seus dedos pejados de ranho
Caído com suas lágrimas endurecidas.
Corre, corre ó Princesa
Vai queixar-te a quem tu queiras
Mordeste-te!!!... ai pobrezinha (que peninha)!
Diz-me pois, agora, vá... diz-me: a que sabe o teu veneno?
Já vai verde de ofensas mil de si por si feitas
Verde de ira. Verde de vida
Espuma, sim... ESPUMA Ó NOBRE RAPARIGA!
Ou antes que Sol se ponha te vejas numa rãzinha!
Ohhh... lá vai a Infanta ofendida
Princesa Senhora convencida
Caprichosa, vaidosa e presumida...
Se não mudas... não há quem te ature... (que maçada!)
Princesa Senhora convencida
Correndo pelos átrios da vida
Nesse Palácio onde só ela é bem vinda!
Esbaforida vai passando
Cheia de pulgas se coçando
P'los seus dedos pejados de ranho
Caído com suas lágrimas endurecidas.
Corre, corre ó Princesa
Vai queixar-te a quem tu queiras
Mordeste-te!!!... ai pobrezinha (que peninha)!
Diz-me pois, agora, vá... diz-me: a que sabe o teu veneno?
Já vai verde de ofensas mil de si por si feitas
Verde de ira. Verde de vida
Espuma, sim... ESPUMA Ó NOBRE RAPARIGA!
Ou antes que Sol se ponha te vejas numa rãzinha!
Ohhh... lá vai a Infanta ofendida
Princesa Senhora convencida
Caprichosa, vaidosa e presumida...
Se não mudas... não há quem te ature... (que maçada!)
A ALEGRIA DO "BOSS" PELOS SEUS 21 MENINOS ELEITOS
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28 de setembro de 2009
O RESULTADO DAS ELEIÇÕES OU SEJA JOSÉ SÓCRATES CORRE COM MANUELA FERREIRA LEITE PERANTE O PAÍS DOMINADO
VEJA:
o encontro dos Titãs após o escrutínio, num encontro secreto, que não foi telefonema, perante a salvaguarda dos interesses partidários face o Estado louco manipulado e dominado pelo Mad-Pink.
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26 de setembro de 2009
25 de setembro de 2009
DER HIRT AUF DEM FELSEN/ O PASTOR NOS ROCHEDOS - MUSICA PARA OUVIR E DORMIR MELHOR NUM TEMPO MELANCOLICO E ARRASTADO
Composer: Franz Schubert
Soprano: Elly Ameling
Wenn auf dem höchsten Fels ich steh,
ins tiefe Thal herneider seh,
und singe, und singe,
fern aus dem tiefen, dunkeln Thal
schwingt sich empor der Wiederhall,
der Wiederhall der Klüfte.
Je weiter meine Stimme dringt,
Je heller sie mir wiederklingt,
von unten, von unten.
Mein Liebchen wohnt so weit von mir,
drum sehn ich mich so heiß nach ihr
hinüber, hinüber.
In tiefem Gram verzehr' ich mich,
mir ist die Freude hin,
auf Erden mir die Hoffnung wich,
ich hier so einsam bin,
ich hier so einsam bin.
So sehnend klang im Wald das Lied,
so sehnend klang es durch die Nacht,
die Herzen es zum Himmel zieht
mit wunderbarer Macht.
Der Frühling will kommen,
der Frühling meine Freud,
nun mach ich mich fertig zum Wandern bereit.
PAPA EM PORTUGAL II
À pergunta dos jornalistas sobre interesses políticos na primazia do anuncio, em proximidade com as legislativas, D. José Policarpo replicou:
"Era o que faltava, o Santo Padre como objecto de campanha!"
Vale tudo!
PAPA EM PORTUGAL I
Foi hoje tema das noticias o anuncio da vinda de Bento XVI no próximo ano a Portugal. Dois convites - um do episcopado e um outro da presidência - ; um anuncio proclamado pelo gabinete da presidência, em vez do episcopado e uma espécie de polémica desfeita pelo Cardeal Patriarca de Lisboa.
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24 de setembro de 2009
20 de setembro de 2009
AINDA POR TRUTAS...
Após lavar a loiça, sentado num local confortável, entre Brandys e Cigarros:
OIÇA!
(é uma ordem)
O Quinteto "A Truta"/The Trout Quintet
de
Franz Schubert
(aproveite este vídeo e vá na senda de tão boa música)
Recoste-se, feche os olhos e pense:
Que pequeno prazer este... que boa é a vida!
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