Lá vai a Infanta ofendida
Princesa Senhora convencida
Correndo pelos átrios da vida
Nesse Palácio onde só ela é bem vinda!
Esbaforida vai passando
Cheia de pulgas se coçando
P'los seus dedos pejados de ranho
Caído com suas lágrimas endurecidas.
Corre, corre ó Princesa
Vai queixar-te a quem tu queiras
Mordeste-te!!!... ai pobrezinha (que peninha)!
Diz-me pois, agora, vá... diz-me: a que sabe o teu veneno?
Já vai verde de ofensas mil de si por si feitas
Verde de ira. Verde de vida
Espuma, sim... ESPUMA Ó NOBRE RAPARIGA!
Ou antes que Sol se ponha te vejas numa rãzinha!
Ohhh... lá vai a Infanta ofendida
Princesa Senhora convencida
Caprichosa, vaidosa e presumida...
Se não mudas... não há quem te ature... (que maçada!)
Princesa Senhora convencida
Correndo pelos átrios da vida
Nesse Palácio onde só ela é bem vinda!
Esbaforida vai passando
Cheia de pulgas se coçando
P'los seus dedos pejados de ranho
Caído com suas lágrimas endurecidas.
Corre, corre ó Princesa
Vai queixar-te a quem tu queiras
Mordeste-te!!!... ai pobrezinha (que peninha)!
Diz-me pois, agora, vá... diz-me: a que sabe o teu veneno?
Já vai verde de ofensas mil de si por si feitas
Verde de ira. Verde de vida
Espuma, sim... ESPUMA Ó NOBRE RAPARIGA!
Ou antes que Sol se ponha te vejas numa rãzinha!
Ohhh... lá vai a Infanta ofendida
Princesa Senhora convencida
Caprichosa, vaidosa e presumida...
Se não mudas... não há quem te ature... (que maçada!)












