8 de abril de 2009
SEMANA SANTA
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QUARTA-FEIRA SANTA
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7 de abril de 2009
STABAT MATER
STABAT MATER
Musica:
Gregoriano
Coro:
Monges da Abadia
de Saint Maurice e Saint Maur
Stabat mater dolorosa
iuxta Crucem lacrimosa,
dum pendebat Filius.
Cuius animam gementem,
contristatam et dolentem
pertransivit gladius.
O quam tristis et afflicta
fuit illa benedicta,
mater Unigeniti!
Quae moerebat et dolebat,
pia Mater, dum videbat
nati poenas inclyti.
Quis est homo qui non fleret,
matrem Christi si videret
in tanto supplicio?
Quis non posset contristari
Christi Matrem contemplari
dolentem cum Filio?
Pro peccatis suae gentis
vidit Iesum in tormentis,
et flagellis subditum.
Vidit suum dulcem Natum
moriendo desolatum,
dum emisit spiritum.
Eia, Mater, fons amoris
me sentire vim doloris
fac, ut tecum lugeam.
Fac, ut ardeat cor meum
in amando Christum Deum
ut sibi complaceam.
Sancta Mater, istud agas,
crucifixi fige plagas
cordi meo valide.
Tui Nati vulnerati,
tam dignati pro me pati,
poenas mecum divide.
Fac me tecum pie flere,
crucifixo condolere,
donec ego vixero.
Iuxta Crucem tecum stare,
et me tibi sociare
in planctu desidero.
Virgo virginum praeclara,
mihi iam non sis amara,
fac me tecum plangere.
Fac, ut portem Christi mortem,
passionis fac consortem,
et plagas recolere.
Fac me plagis vulnerari,
fac me Cruce inebriari,
et cruore Filii.
Flammis ne urar succensus,
per te, Virgo, sim defensus
in die iudicii.
Christe, cum sit hinc exire,
da per Matrem me venire
ad palmam victoriae.
Quando corpus morietur,
fac, ut animae donetur
paradisi gloria. Amen.
SEMANA SANTA
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TERÇA-FEIRA SANTA
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6 de abril de 2009
PAI, FILHO E ESPIRITO SANTO...
sicut era in principio,
et nunc, et semper
in saecula, saeculorum
Amen!
SEMANA SANTA
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SEGUNDA-FEIRA SANTA
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A PROPOS...
MUSICA:
Raúl Portela
LETRA:
Amadeu do Vale/José Galhardo
FADISTA:
Amália Rodrigues
Lisboa Antiga
da Revista "Pirilau" - 1932
.......................
Lisboa, velha cidade
Cheia de encanto e beleza!
Sempre formosa a sorrir,
E no vestir sempre airosa.
O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto, linda princesa!
Olhai, Senhores, esta Lisboa d'outras eras
Dos Cinco réis, das esperas e das touradas Reais!
Das festas, das seculares procissões
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais.
Lisboa d'oiro e de prata,
Outra mais linda não vejo,
Eternamente a cantar,
E a dança, de contente
O teu semblante se retrata
No azul cristalino do Tejo.
Olhai, Senhores, esta Lisboa d'outras eras
Dos Cinco réis, das esperas e das touradas Reais!
Das festas, das seculares procissões
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais.
PROCISSÃO DO SENHOR DOS PASSOS DA GRAÇA
"E assim pela Graça...
se recorda, de Cristo,
a Desgraça!"
PROCISSÃO DO SENHOR DOS PASSOS DA GRAÇA
Aqui os fiéis de Lisboa, promiscuamente cheios de fé, vinham ao encontro da miraculosa imagem para reverencia-la beijando-lhe os seus já tão desgastados pés.
Na tarde de Sexta-feira, vinham até esta Igreja janotamente engalanadas, com mantilhas negras e trajar de luto, as autoridades e os mais ilustres da boa sociedade, presididos tradicionalmente pelas régias figuras reinantes, e pelas altas autoridades eclesiasticas, para orarem, assistirem e presidirem à Missa Solene do acontecimento.
Posto isto, sempre cabisbaixos com ar grave arroxeado - dos roxos de Opas, Guiões, Pendões e dourados e pesados galões - contrastando com as risonhas e galhofeiras multi-coloridas colchas garridas, penduradas pelas janelas, a procissão descendo a Rua da Misericórdia ao Chiado, e consecutivamente ao Rossio, procurava por ruas e vielas ascender à calçada de St. André para ao lusco-fusco e no brilho iminente das guardiãs lanternas processionais, retornar à Igreja da Graça - depois de algures, em algures no caminho, se cruzar com a Imagem da Senhora das Dores da Graça, que muito chorosa a todos no encalço seguia.
4 de abril de 2009
O SENHOR DOS PASSOS DA GRAÇA
que tantas e tantas paredes rústicas de Portugal ornou... e por alvo de fé, foi venerado pelo mais puro e religioso sentido luso!
Desde 1586 até aos nossos dias...
3 de abril de 2009
POR UM PAI...
Tem piedade de mim...
Sou um irremediável e compulsivo pecador, é verdade!
Porém, escutai a minha prece:
Cheio do mais profundo sentir. Cheio de aflição e com os olhos envoltos em lágrimas desesperadas, peço-Vos humildemente que com misericórdia alivieis a dor do meu paizinho,
que sofrendo padece do seu imprudente acto.
Não foi certa a sua conduta e foi júnior no seu olhar e achar!
Não foi por mal que o fez, mas por não crer na sua incapacidade,
aquela daquelas a que a idade não se compadece,
e que nenhum de nós quer crer da sua presença.
Sois infinitamente bom, sois protector dos indefesos...
Dos pequenos de que de Vós são o Vosso Reino,
pois pequeno e naif é também este por quem Vos peço e imploro!
Conheceis-o desde o seu nascimento.
Conheceis a pureza da sua Alma.
Confortai-o pois, Senhor, segundo as Vossas promessas
e com o balsamo do Vosso paterno e terno abraço.
Recebei esta flor e esta luz,
que em desagravo vos ofereço com amor.
Compadecei-Vos Senhor!
Suplico-Vos prostrado em pensamento e vigília
nesta agonizante vigília.
Perdoai-me se sou soberbo e petulante...
Se arrogo em demasia, mas...
...mas foi ele que me trouxe à vida e
foi ele que me protegeu em menino e me ajudou a crescer...
... foi a ele a quem confiaste o meu ser... a minha vida
por isso Senhor, a Vós confio a minha oração, por não saber a quem implorar a minha prece!
A ele tudo devo!
Por ele tudo faço e a nada me imiscuo...
Por isso Senhor, eu tomo o seu sacrifício, e troco o lugar com ele. Permite-me que como seu filho, possa sofrer em seu lugar e aliviar a sua dor, abatendo-se sobre mim o seu mal,
enquanto que por misericórdia lhe devolveis a saúde!
Amo-Vos Senhor!
Conheceis o meu coração e sabeis que assim é verdade.
Por Vosso amor peço-Vos,
com as mãos postas em oração e de joelhos caídos:
Atendei misericordiosamente a minha humilde e sincera prece. Prece de um pecador que como pecador não espera nem perdão nem salvação, e por não ser digno deles espera apenas que sobre ele se abatam os males do mundo.
Assim espero! Ámen!
Santificado seja o Vosso nome,
Venha a nós o Vosso reino
Seja feita a Vossa vontade
Assim na terra como no céu!
O Pão nosso de cada dia
Que nos dais hoje
Perdoai-nos as nossas ofensas
Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
Não nos deixeis cair em tentação,
E livrai-nos do mal. Amen.
CUJUS ANIMAM...
STABAT MATER
Musica:
Gioachino Rossini
Tenor:
Stephen Costello
Cujus Animan gementem
Contristatam et dolentem
Per transivit gladius
Oh quam tristis et afflicta
Fuit illa benedicta
Mater Unigeniti!
Quae Moerebat et dolebat,
Et tremebat, cum videbat
Nati poenas inclyti.































