7 de janeiro de 2009

ROMÃS




O Fruto do Dia de Reis!

No fundo do quintal estão duas romãzeiras... ou o que sobram delas. O fruto colhido era guardado para se comer hoje... mas hoje, não vi nem degustei nenhum e estas colhi-as da net.

Será que as Romãzeiras também têm frio?


ADORAÇÃO DOS REIS MAGOS - POR MÃOS LUSAS





Grão Vasco
1501 - 1502


(Com as particularidades do Rei escuro, ser um Rei indígena Brasileiro e D. Manuel o Rei Europeu.)





Bento Coelho da Silveira 1655


André Gonçalves


Domingos Sequeira
1828


6 de janeiro de 2009

DIA DE REIS!


Reflexos do Natal Português de oitocentos:


A Chegada do Pai-Natal
Agua-Forte, 1848
Palácio Nacional da Ajuda


O Rei D. Fernando II, no Palácio das Necessidades,
vestido de "Pai-Natal" trazendo presentes aos seus reais infantes em dia de Reis.


5 de janeiro de 2009

THE TWELVE DAYS OF CHRISTMAS - THE SONG!





Por fim, em vesperas da Epifania, conclui-se o ciclo dos 12 dias de Natal tal como a canção indica.

Entre uma aparente troca de prendas numa longa lenga-lenga, cheia de lugares comuns das terras protestantes de Suas Majestades Britânicas, esta tão naïf canção que a orgulhosa Rainha Vitória cantava, exaltando-se nela como patriótico Hino Britânico de Natal - acompanhada então pelo bondoso Príncipe Albert, sentado ao piano do Palais arrancando poderosos e cheios acordes arremessados de galopantes arpejos, e pelo coro dos Royals Princes & Princess com verdadeiro haxen - é na realidade a ultima "piece de resistence" católica, que por snob orgulho os "Roiais" ingleses, fingem ignorar!


Os "Roais" Ingleses
Queen Victoria, Prince Albert anda the Royal Prince


Desde o século XVI que esta canção, que veicula a doutrina católica nas ilhas infestas, era ensinada ás crianças, que posteriormente passando a ignorar o seu verdadeiro significado continuaram-na cantando gaiamente.


Piano da Rainha Vitoria

O significado veiculado em cada dia veio aqui sendo explanado diariamente. Inicialmente para doutrinar os princípios proibidos, hoje, com significante teologia, convida-nos a reflectir cristianamente em cada momento e em cada mistério que cada dia encerra hermeticamente.

Portanto, e em resumo, o nosso bom
Deus - o True Love - independentemente da mão pela qual nos chegam, é sempre aquele que nos presenteia-a sempre em todos os dias do Natal como da nossa vida.


THE TWELVE DAYS OF CHRISTMAS




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On the thelwth day of Christmas
my true love sent to me:
Twelve Drummers drumming
Eleven pipers piping

Ten Lords a leaping
Nine Ladys dancing
Eight Mailds a Milking
Seven Swans a swimming
Six Geese a laying
Five golden rings,
Four calling birds
Tree Frensch Hens,
Two Turtle doves
and a partridge in a pear tree.

*******

English Christmas Song

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Twelve Drummers drumming - significam os 12 pontos do Credo de Niceia


4 de janeiro de 2009

THE TWELVE DAYS OF CHRISTMAS




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On the eleventh day of Christmas
my true love sent to me:
Eleven pipers piping
Ten Lords a leaping
Nine Ladys dancing
Eight Mailds a Milking

Seven Swans a swimming
Six Geese a laying
Five golden rings,
Four calling birds
Tree Frensch Hens,
Two Turtle doves
and a partridge in a pear tree.

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English Christmas Song

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Eleven pipers piping - significam os 11 bons apóstolos, dos quais se exclui Judas Escariotes


ALEGREM-SE OS CÉUS E A TERRA





ALEGREM-SE OS CÉUS E A TERRA


Alegrem-se os céus e a terra,

Cantemos com alegria,

Já nasceu o Deus menino,

Filho da Virgem Maria.


Ó meu menino Querido

Ó meu lindo amor perfeito!

Tendes frio, ó vinde,

Chorai aqui no meu peito. (refrão)


Entrai pastores, entrai

Por esse portal sagrado,

Vinde adorar o menino

Numas palhinhas deitado. (refrão)


Só tenho para ofertar-Vos

Uma alma que vos quer bem:

Prenda melhor não a tenho,

Tomai-a, meu doce Bem! (refrão)


(do livro CANTEMOS TODOS)


...........................................


Entrai pastores entrai

Por estes portais sagrados

Vinde adorar o menino

Numas palhinhas deitado. (refrão)


Ó meu menino Jesus

Delícia do coração

Só por vós se pode estar

Toda a noite em oração. (refrão)


Ó meu menino Jesus

Convosco é que eu estou bem

Nada deste mundo eu quero

Nada me parece bem. (refrão)


Ó meu menino Jesus

Descalcinho pelo chão

Metei os Vossos pezinhos

Dentro do meu coração. (refrão)


Entrai pastores entrai

Por esses portais a dentro

Vinde adorar o menino

No seu lindo nascimento. (refrão)


Os filhos de gente rica

Dormem em berços dourados

Só o menino Jesus

Numas palhinhas deitado. (refrão)


Apanhar florinhas no campo

Colhendo prendas de amor

Vinde trazer ao bendito

Ao divino Redentor. (refrão)


O menino está deitado

Nas palhinhas sobre a cama

Os Anjos lhe estão cantando

Ditoso de quem o ama. (refrão)


A noite é escura e cerrada

Só brilham astros nos céus

Vinde adorar o menino

O Redentor que nasceu. (refrão)


Da vara nasceu a vara,

Da vara nasceu a flor,

Da flor nasceu Maria

De Maria o Redentor. (refrão)


Adeus noite de Natal

Noite de tanta alegria

Foi a noite em que nasceu

Filho da Virgem Maria. (refrão)


(versos populares manuscritos recolhidos em V.P.)



Segundo a tradição local, este é o cântico da adoração do Menino realizado após a missa do dia de Natal. A tradição é já antiga. As mulheres iniciavam este canto com verdadeiro fervor e marcado peso. Os homens pouco participavam na parte musical, limitavam-se a seguir na fila para beijar o Menino, sussurrando entre dentes este cântico de natal.


Na altura o Sr. Vigário, o prior local, colocava-se no centro da Igreja de costas para o altar, mesmo por debaixo do fecho da abobada rosada da ordem de Cristo. Com o Menino nos braços oferecia-o para o beija-mão, beija-pé ou beija-face – consoante os gostos – aprontando-se logo a limpar, com lenço alvo, ladeado por duas crianças com pequenas cestas de vimes ofertoriais, que recebiam a esmola consequente do doce e terno beijo – quase em simultâneo a boca beijava e a mão dava!


....................................


Secular tradição, a qual a avó repetia anualmente, retirava o Menino dos braços da formosa Nossa Senhora da Graça. Em seu lugar era colocado uma flor. Poucos dias antes do Natal era a ida à Igreja. Combinada a hora com as "ajudantas" de açafatas - prima D..., a prima E... e a prima D... - sendo que a avó era sem duvida a única e a mor açafata de N. Sr. da Graça - lá iam tirar o Menino. Bartolomeu assim que se apercebia, seguia a avó para ver os tais mistérios que o cativavam.


Uma vez na Igreja, sentavam-se todos nos grandes bancos sem ordem de sair – pois muitas vezes também iam os primos. Estes mais alheios a tudo, desistiam a meio. Não nos era permitido mais do que assistir. A avó com mil vénias trocava o vestido a N. Sr. da Graça com ajuda da prima D…, a costureira – pois a Senhora trocava de vestido 2 vezes ao ano; e a prima D…, a que ainda estava por casar, e a mais nova das açafatas, era quem vestia o Menino.


Bartolomeu com a desculpa para se levantar, começava a fazer o seu rol habitual de perguntas. Assim corria todas as primas açafatas e a avó, que com dedicada paciência iam muitas vezes inventando respostas para justificar o espírito curioso da pequena criança:


“Ó ‘vó a Nossa Senhora já teve pézinhos?”

– dizia olhando para debaixo das combinações, procurando-os.


Menino Jesus de V.P.


O despir e vestir do Menino era ritualmente feito com mil adorações e beijos - entre os rituais e os furtivos. Logo que avó retirava o menino dos braços da Senhora beijava-o, depois, de mão em mão era beijado por todas as açafatas. Aí, a avó chamava Bartolomeu e dava-o a beijar, tal como aos primos. Acolhido pela primeira açafata, era beijado por esta como pedido de licença para se lhe tirar a roupa. Uma vez nu, era beijado por esta, em sinal de ter terminado a sua parte e dado à segunda açafata (caso existisse) que o beijava na recepção. Uma vez vestido era beijado por esta em sinal de conclusão.


Neste tempo, a mana começou a ser iniciada nestes ritos, e o menino Jesus de V.P. passou a ter 2 açafatas, sempre ajudadas e vigiadas pelas primas açafatas mais velhas. Obviamente que se geravam umas pequenas indisposições disfarçadas com sorrisos dissimulados e íntimos conselhos sobre conselhos, para conquistar o favor e preteriemnto. A razão de tal era porque a avó queria transmitir o seu cargo à mana e à mãe, a descendente e a esposa do seu varão mais velho, tal e qual como lhe tinha sido incumbido por sua mãe e as suas predecessoras. As primas açafatas ambicionavam o mesmo. A avó sempre alheada em redor da sua Senhora, sentindo algum burburinho que fosse, em poucas palavras sempre autoritárias e inquestionáveis, intervia apenas para colocar a ordem:


“É a R… que veste o menino!”


E elas obedeciam, não fosse a avó a avó!


Bartolomeu presenciando tudo, mostrava-se impaciente e ansioso. Também ele desejava participar:


"Ó 'vó, posso tirar a combinação do menino?"


Avó respondia logo:


“Isto são coisas de mulheres!”


Bartolomeu não desistia. Intentando fazer algo, insistia. Até que a avó dizia:


“Bartolomeu, vai à sacristia buscar o berço!”


E todos os anos era assim! Bartolomeu seguia contente, porém não satisfeito, porém realizado. As primas açafatas mais velhas, mal aparecia Bartolomeu com o berço, tiravam-no da mão e começavam a fazer-Lhe a caminha. No seu intimo, gostaria de fazer o que as açafatas faziam - despir o Menino até à nudez e tornar a vesti-lo. Afinal o menino era um menino como ele - e não guardava boas recordações de ser despido quer no Jardim de Infância ou na praia por olhares femininos indiscretos e flamejados de risotas. Se Nossa Senhora era coisa de mulheres, o Menino havia ser assunto de homens. Cada um com os seus! Porém, sabia que não podia nem tinha lugar na hierarquia das açafatas e que aquilo seria eternamente um mundo de mulheres - para a Senhora a avó, para o Menino: havia a açafata que despia e a açafata que vestia era a mana, e as primas açafatas auxiliavam tudo: recolhiam, davam e arrumavam as roupas, assim como tratavam da cama.


Uma vez vestido, era permitido a Bartolomeu de segurar no Menino, mas só por uns instantes. Olhando-o enchia-se de ternura. Beijando-o assaltava-se de verdadeiro amor de irmão o apertava-o nos braços, amarrotando as vestes tão cuidadosamente passadas a ferro pela avó, para o proteger das açafatas que só o queriam para elas. Ao gesto da avó o Menino saí-lhe dos braços e ia para o berço, entre os mil cuidados e mil beijos das despeitosas primas açafatas. Uma vez deposto no berço a avó vinha verificar tudo e por tudo a seu gosto. Por fim cobrindo o Menino e o berço com grande véu encerrava este ritual.


O Sr. Vigário não era muito amigo deste menino Jesus. Durante 30 anos fez adorar e beijar um Menino "estrangeiro", enquanto este, o verdadeiro Menino, permanecia no esplendoroso berço prateado e acolchoado de formosas rendas e preciosos e ricos tecidos. Apesar disso nunca deixou de ser adorado. Não sendo apresentado para adoração era beijado no seu berço em todos os dias do natal, com ternos e repetidos beijos " de velha" e com doces esmolas – desta, colocadas por debaixo do rico bercinho.


Quando o Sr. Vigário faleceu, o novo Padre sempre em posses majestáticas de Pio XII, recuperou a antiga tradição de se beijar o verdadeiro Menino devolvendo-o ao seu povo.


....................................


Mas voltando ao cântico: cantado por intuição e de memória, as estrofes eram conduzidas por uma líder natural pela qual toda a assembleia seguia o canto. Por vezes, o canto faccionava-se. Havia confusão e embrulhada no início de novas estrofes. As facções davam-se porque haviam entre a assembleia outras mulheres, com espírito de liderança. Estas eram as cantadeiras oficiais. Mulheres que tinham naturalmente boas vozes – vozes naturalmente colocadas - e quer nas Missas como nos Ranchos de mulheres que labutavam nos mais diversos trabalhos do campo eram elas o grande motor e promotor musical vocal. Portanto vozes de fibra e sadias. Aos grupos, eram nos campos que iniciavam a lembrança das melodias e das sagradas letras do Natal, ensaiando-os por vinhas, vales e charnecas. Aquelas que não trabalhavam no campo tinham por sua vez vozes delicadas, finas, agudas, desafinadas e com pouca força soando sempre num canto débil, submetido às cantadeiras dos ranchos.


Com o aparecimento do hinário CANTEMOS TODOS e de um grupo coral organizado de jovens senhoras, da segunda linhagem, livres destas convenções seculares, estas passaram a determinar as escolhas musicais e a criar uma melhor organização. A praxis então modernizou-se em função de um gosto musical moderno, pós-concilio, mais adequado à doutrina do que à devoção.


Assim este canto cumprindo a tradição floreada da inspiração popular, conforme a crença popular como reflexo do quotidiano rural, passou a iniciar-se segundo as estrofes do tal compêndio cantadas exemplarmente pelas senhoras. Uma vez concluídas, seguem-se estas nas quais as vozes das mulheres de mãos postas em oração e olhos brilhando mais que as velas, ainda bradam em fé entre verdadeira exaltação, louvor e lágrimas.



3 de janeiro de 2009

A SAGRADA FAMILIA





THE TWELVE DAYS OF CHRISTMAS




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On the tenth day of Christmas
my true love sent to me:
Ten Lords a leaping
Nine Ladys dancing
Eight Mailds a Milking

Seven Swans a swimming
Six Geese a laying
Five golden rings,
Four calling birds
Tree Frensch Hens,
Two Turtle doves
and a partridge in a pear tree.

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English Christmas Song

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Ten Lords a leaping - significam os 10 Mandamentos


O PAPA CALÇA PRADA... EU CALÇO GUCCI!





OS BENEDICTUS DE BENEDICTUS XVI - UNS SAPATINHOS NA CHAMINE!



Manolo Blahnik for man

Fonte não oficial da Igreja de Roma, informou que Sua Santidade é grande admirador dos famosos Manolo, que muito lhe apraziam ver na série THE SEX AND THE CITY.

Na sua visita aos Estados Unidos, sigilosamente, numa audiência privada, adquiriu os preciosos sapatos ao famoso sapateiro em troca de indulgências, para não ofender materialmente a Santa Madre Ecclesia - naquela que ficou como a mais secreta nova aliança entre a Santa Ecclesia e esta Nação.

Consta ainda que os usando em certa celebração na Basílica de São Pedro, atrapalhado com os atacadores, tropeçou e escorregou no marmóreo pavimento São Pedrino.



Preterindo-os então pelos Prada, mais adequados, protagonizou aquele que ficou conhecido como o premiere scandal papal em proporções Cor-de-Rosa.



Não temos nada contra os gostos de Sua Santidade. Na realidade ele é um homem italianizado respeitando todos os seus predecessores, que em épocas passadas, remotas e antigas foram homens e intelectuais que lançaram modas e costumes bem actuais. Afinal a revista Esquire designou-o como um dos homens mais vestidos do mundo. A mesma revista corrobora ainda que não se trata de vaidade, mas tradição pois: "O Papa não veste Prada, mas Cristo!"


O bom gosto é uma forma de arte; é uma forma de admiração; é uma forma de orgulho para os fiéis; é uma forma de sedução e conversão... e já agora, para um tal representante da Igreja, que outros sapatos seriam mais dignos de tão beatos pés? Serão mais representativos uns CAMFORT? Uns ALDO?

Não se trata de vaidade mas de praticidade. Muito honestamente não gostaria de ver o meu representante espiritual trajando de qualquer maneira, tal como creio que Jesus no seu tempo também não trajava de qualquer maneira! Sejam Manolo ou Prada, interessa que o nosso guia espiritual seja exemplo fashion de bom gosto, classe e simplicidade!

A sua homilia pregou contra a pobreza. A pobreza em todas as suas vertentes como opositora da dignidade do homem. A bíblia ensina: Quando estiveres triste fecha-te no teu quarto e chora. Nunca o mostres em publico. Em publico lava o rosto, veste o teu melhor fato e enche a cabeça de perfume, evitando a fraqueza nas mais duras provações!



As Santas das Aldeias vestidas de esplendor, brocados, rendas, bordados, mantilhas e véus e ornamentadas de jóias e ouro são o nosso maior orgulho quando as vemos passar nas procissões. Causa que nos faz sentir dignos de sermos seus filhos; causa que nos faz derramar uma lágrima de tamanha comoção; causa que nos leva à introspecção e reconhecermos nossos erros e pecados. Será que esfarrapada, despenteada e de aspecto pobre e miserável nos causaria o mesmo efeito? Certamente nem nos dávamos conta da sua passagem e uma lágrima seria mais por compaixão delas do que de nós!



A restante colecção:



Blue
, as cores de Maria, para as Solenidades Marianas.
Sandalia tigreze, força e coragem, para as visitas ás missões africanas.
Rosso, cor do sangue dos martires, para as cerimonias oficiais.


São realmente pés abençoados!
Bem-aventurado seja o beato Papa "vintage", pelo menos por ousar.

2 de janeiro de 2009

THE TWELVE DAYS OF CHRISTMAS




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On the ninth day of Christmas
my true love sent to me:
Nine Ladys dancing
Eight Mailds a Milking

Seven Swans a swimming
Six Geese a laying
Five golden rings,
Four calling birds
Tree Frensch Hens,
Two Turtle doves
and a partridge in a pear tree.

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English Christmas Song

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Nine Ladys dancing - significam os 9 frutos do Espírito Santo


ENQUANTO ISSO, EM WIENER...



Marcha Radetzky
Johann Strauss Pai

Wiener Philarmonik
Daniel Barenboim


BOM ANO!


IL COCCODRILLO COME FA?




Em pequenos são amorosos, mas quando crescem...




... os festivais são outros!

(até se ouvem melhor)


LO ZECCHINO D'ORO




Dos tempos do "piqueno" Bartolomeu...



João Nuno Salvado
Etciú (Atchim)

Quando em 1984, vitoriosamente o pequeno João Nuno Salvado cantou com grande distinção no italianíssimo Zecchino d'Oro, o qual nós assistiamos na tarde do dia de Ano Novo, como era habito. Tempos esses, em Toppo Giggio ainda nos entrava em casa...
Saudade!


Toppo Giggio e Cino Tortorella

Lo Zecchino d'Oro é um Festival para crianças, nascido em 1959 em Milão. Adoptado pelo Instituto Antoniano de Bolonha, dos frades franciscanos, conheceu a sua internacionalização e tornou-se num fenómeno Italiano. A sua edição é anual comportando sempre 7 canções nacionais e 7 estrangeiras.

A unica vez que Portugal venceu foi em 1980, com Maria Armanda e o Sapo, da qual tivemos, para além dos Meninos Rabinos, uma cassete comprada pelo pai que gritava dia e noite cá em casa!

Maria Armanda

Eu vi um sapo
Um feio sapo
Ali na horta
Com a boca torta

Tu viste um sapo
Um feio sapo
Tiveste medo?
Ou é segredo?

Eu vi um sapo
Com guardanapo
Estava a papar
um bom jantar

Tu viste um sapo
Com guardanapo
E o que comia?
E o que fazia?

Eu vi um sapo
A encher o papo
Tudo comeu
Nem ofereceu

Tu viste um sapo
A encher o papo
E o bicharoco
Não te deu troco

Eu vi um sapo
Um grande sapo
Foi malcriado
Fiquei zangado

Tu viste um sapo
Um grande sapo
Deixa-o lá estar
Vamos brincar.


NO VATICANO... BENEDICTUS XVI DIXIT:




Bento XVI apela na sua homilia à supressão da pobreza. Usando este tema como mote da sua mensagem para a paz, no dia mundial da paz 2009, frisou:



"De facto, a pobreza encontra-se frequentemente entre os factores que favorecem ou agravam os conflitos, mesmo os conflitos armados."

....

"A disparidade entre ricos e pobres tornou-se mais evidente, mesmo nas nações economicamente mais desenvolvidas. Trata-se de um problema que se impõe à consciência da humanidade, visto que as condições em que se encontra um grande número de pessoas são tais que ofendem a sua dignidade natural e, consequentemente, comprometem o autêntico e harmónico progresso da comunidade mundial"

THE TWELVE DAYS OF CHRISTMAS




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On the eighth day of Christmas
my true love sent to me:
Eight Mailds a Milking
Seven Swans a swimming
Six Geese a laying

Five golden rings,
Four calling birds
Tree Frensch Hens,
Two Turtle doves
and a partridge in a pear tree.

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English Christmas Song

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Eight mailds a milking - significam as 8 beatitudes


1 de janeiro de 2009

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS



Hoje é a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, festa da Igreja de Roma com tradições ao séc. VI. Foi restaurada na sua data original por Paulo VI, trocando o 11 de Outubro de Pio X, para melhor assinalar a época natalícia como elo maternal. Como indicativo dos novos tempos conturbados foi também este dia promulgado, pelo mesmo Papa, como o DIA MUNDIAL DA PAZ.

Após o
Concilio de Éfeso, em 431, Maria foi proclamada com este título, segundo o silogismo:

MARIA É MÃE DE JESUS
JESUS É DEUS

LOGO, MARIA É MÃE DE DEUS


Após este acto os então 200 Bispos de todo o mundo - excepto Nestório considerado para sempre herege, pela sua posição contrária - iluminados pelo Espírito Santo, e por candeias de azeite mediterrânico declararam:

“A Virgem Maria sim é Mãe de Deus porque seu Filho, Cristo, é Deus”.

(Concílio de Éfeso)

Posto isto, e nada mancos, os 199 bispos de todo o mundo saíram à rua. Acompanhados pela multidão de Éfeso, que os esperava, e alumiados por tochas e archotes, fizeram solene procissão nocturna cantando ou dizendo e alvoraçados em fé, cheios do espírito santo, lançavam ao ar, em brados e bom som, a grande litânia:

"Santa Maria, Mãe de Deus
rogai por nós pecadores agora e na hora da nossa morte."


(Concílio de Éfeso)


N. Sr. da Graça
A doce imagem da mãe zelosa de Deus que o protege e o aleita


Assim, e para sempre, in seculum seculorum, ficou definida a posição mariana na Igreja Católica, assim como a maior oração mariana - constituída: Pelas palavras que Lucas, o Evangelista, pôs na boca do celestial ente alado; e pelo consenso de Éfeso.

Ave Maria
Gratia plena

Dominus te cum

Benedicta tu in mullieribus

Et benedictus fructus ventris tui. Jesus.


Sancta Maria,
Mater Dei
Ora pro nobis peccatoribus

Nunc et in hora mortis nostrae.

Amen.



A DOUTRINA DAS TERRAS ALÉM-MAR DIXIT:


"Católico de verdade, começa o ano indo a Santa Missa. Não começa o ano fazendo simpatias, nem pulando onda, nem tampouco começa o ano com o pé direito.

Quem entra o ano com um pé só é o saci.

Católico que é católico entra no ano que ha de vir com os dois pés dentro da Igreja
."

A NOITE DE ANO NOVO


Empoleirados numa cobertura no Zambeze entre flutes e garrafas de champanhe, que o breu não deixou discernir a marca, a meia-noite foi aclarada por lindos luzeiros que efémeramente cobriram os céus em tons d'ouro, prata e outros coloridos sfumati pelo insistente e fantasmagórico nevoeiro, que encobria o céu e serpenteava a Torre Vasco da Gama.

Porém, malgrado o vistoso mas tímido firework Olissiponense, em Londres foi assim!




É a vantagem de serem protestantes... da Religião e do Euro!


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