Dois presentes do Menino Jesus
25 de dezembro de 2008
A MISSA DO GALO
Foi a primeira vez a pequena criança ouviu falar de Roma...
A missa do Galo de Roma:
"Oh 'vó onde é a Romã?"
"Não é Romã - dizia rindo - é Roma!"
24 de dezembro de 2008
FELIZ NATAL
Toca o Sino pequenino
Sino de Belém...
A primeira Canção de Natal de Bartolomeu!
A segunda foi:
Olhei para o Céu estava estrelado
Vi o Deus menino em palhas deitado
A terceira era:
Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria
Ja´nasceu o Deus menino
Filho da Virgem Maria!
Sino de Belém...
A primeira Canção de Natal de Bartolomeu!
A segunda foi:
Olhei para o Céu estava estrelado
Vi o Deus menino em palhas deitado
A terceira era:
Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria
Ja´nasceu o Deus menino
Filho da Virgem Maria!
Hoje o deleitamento musical vai mais para o
CANTIQUE DE NOËL de Adam ou o AGNUS DEI de Bizet,
apesar de na memória estarem sempre latentes estas singelas melodias.
Musica:
Adolph Adam
Tenor:
Jonas Kauffman
CANTIQUE DE NOËL de Adam ou o AGNUS DEI de Bizet,
apesar de na memória estarem sempre latentes estas singelas melodias.
Musica:
Adolph Adam
Tenor:
Jonas Kauffman
Minuit, chrétiens,
C’est l’heure solennelle
Où l’Homme Dieu descendit jusqu’à nous
Pour effacer la tache originelle
Et de Son Père arrêter le courroux.
Le monde entier tressaille d’espérance
En cette nuit qui lui donne un Sauveur.
Peuple à genoux,
Attends ta délivrance!
Noël! Noël!
Voici le Rédempteur!
Le Rédempteur
A brisé toute entrave:
La terre est libre et le ciel est ouvert.
Il voit un Frère où n’était qu’un esclave;
L’amour unit ceux qu’enchaînait le fer.
Qui Lui dira notre reconnaissance?
C’est pour nous tous qu’Il naît,
Qu’Il souffre et meurt.
Peuple debout,
Chante ta délivrance!
Noël! Noël!
Chantons le Rédempteur!
Beatices:
A. Adam,
Cantique Noel,
J. Kauffman,
Sino de Natal
23 de dezembro de 2008
DO RE MI... O QUE SERÁ!
The Sound of Music
1965
Uma canção para o Natal
de grande valor e moral!
Beatices:
Do Re Mi,
Julie Andrews,
The Sound of Music
22 de dezembro de 2008
ARTUR PIZARRO - RESPLENDOR DE PRATA
Artur Pizarro
Descendente da grande e reputada Escola Portuguesa de Piano, Artur Pizarro, o mais jovem dos grandes pianistas portugueses, é também fruto da grande cepa que acha a sua raiz em Liszt, pelos costados musicais de Vianna de Motta - Grande Pianista Mundial; Pai da grande Escola de Piano Portuguesa, de Lisboa; Grande reformista do ensino artístico; Grande compositor; Grande Mestre de composição.
A termos em conta as poucas gerações que ligam o costado português de Liszt, aluno de Salieri e Czerny, contemporaneo de todas as gerações europeias de Ouro do séc. XIX, onde foi beber inspiração e conhecimento, este legado luso tem uma importancia superior ao qual, todos nós, a lusa gente, deveria ter a máxima reverência e orgulho. Para que tenhamos a verdeira noção, fica aqui uma ilustração, para a qual a actual geração portuguesa acha em Haydn e Salieri os seus Trisavos musicais.

Haydn, Salieri,
Beethoven, Czerny, Liszt, Schubert, Meyerbeer, Hummels
Vianna da Motta, Arthur Napoleão,
Lopes Graça, Campos Coelho, Sequeira Costa
Antonio Vitorino Almeida, Maria João Pires, Artur Pizarro
O brilhantismo alcançado, na execução de ontem, converteu com grande significância, a muitas vezes incompreendida e mal tocada Fantasia Coral numa obra de grande envergadura. Parecia brincadeira, mas é verdade!
Artur Pizarro, apresenta-se com a convicção e trato de um artista da sua charneira. Servo da musica e oneroso na execução e estilo, parece abenegnar-se da falsa glória ruidosa, muitas vezes portadora do falso sucesso ou do mais efémero e directo sucesso, para glorifcar o artisa em detrimento da verdade musical, como se lema fosse: A peça é o que é, a peça vale o que vale, o intérprete é a sua voz, ela terá o seu próprio mérito. E que méritos! Interpretações de inesquecível musicalidade, identidade própria, fusão e diálogo com a orquestra no jogo assertivo de pergunta e resposta - ao qual se sentia a fruição num raro momento de gozo musical em que todos os musicos faziam musica de alma e coração.
Sumariando, o concerto de ontem acabou na sua feitura e fruição, por resumir a máxima Beethoviana, expressa na sua derradeira sinfonia, mostrando que pela musica:
A termos em conta as poucas gerações que ligam o costado português de Liszt, aluno de Salieri e Czerny, contemporaneo de todas as gerações europeias de Ouro do séc. XIX, onde foi beber inspiração e conhecimento, este legado luso tem uma importancia superior ao qual, todos nós, a lusa gente, deveria ter a máxima reverência e orgulho. Para que tenhamos a verdeira noção, fica aqui uma ilustração, para a qual a actual geração portuguesa acha em Haydn e Salieri os seus Trisavos musicais.

Haydn, Salieri,
Beethoven, Czerny, Liszt, Schubert, Meyerbeer, Hummels
Vianna da Motta, Arthur Napoleão,
Lopes Graça, Campos Coelho, Sequeira Costa
Antonio Vitorino Almeida, Maria João Pires, Artur Pizarro
O brilhantismo alcançado, na execução de ontem, converteu com grande significância, a muitas vezes incompreendida e mal tocada Fantasia Coral numa obra de grande envergadura. Parecia brincadeira, mas é verdade!
Artur Pizarro, apresenta-se com a convicção e trato de um artista da sua charneira. Servo da musica e oneroso na execução e estilo, parece abenegnar-se da falsa glória ruidosa, muitas vezes portadora do falso sucesso ou do mais efémero e directo sucesso, para glorifcar o artisa em detrimento da verdade musical, como se lema fosse: A peça é o que é, a peça vale o que vale, o intérprete é a sua voz, ela terá o seu próprio mérito. E que méritos! Interpretações de inesquecível musicalidade, identidade própria, fusão e diálogo com a orquestra no jogo assertivo de pergunta e resposta - ao qual se sentia a fruição num raro momento de gozo musical em que todos os musicos faziam musica de alma e coração.
Sumariando, o concerto de ontem acabou na sua feitura e fruição, por resumir a máxima Beethoviana, expressa na sua derradeira sinfonia, mostrando que pela musica:
"ALLER MANNER WERDEN BRUDER"
(Todos os Homens se tornam irmãos)
Bem Hajas
(Todos os Homens se tornam irmãos)
By Schiller
Bem Hajas
MARC MINKOWSKI - RESPLENDOR DE PRATA
Marc Minkowski e a sua preciosa Batuta.
Com a sua esvoaçante e bela batuta, de ébano e incrustações em prata, cortou os ares do Grande Auditório do CCB com artes de Mago, com audácia e com afincada e justa teatralidade, inspirando na Orquestra de Varsóvia - e que orquestra! - no musicalíssimo Artur Pizarro e nas argentinas vozes, que a solo ou em coro, produziram magníficos e mágicos sons ofertados generosamente a quem os quis ouvir e deleitar-se em tamanho momento.
A melhor oferenda musical que Lisboa pode ter recebido num natal que será recessivo e triste e que eu, pessoalmente, e muito modestamente, me sinto honrado de ter presenciado e consequentemente recebido.
Musicalmente excedeu todo o materialismo musical que possa receber neste Natal, no meio de muitas esperadas peúgas! Este "tremendus eventus" perpetuará na minha memória, como um raro momento num percurso de 15 anos de concertos nas melhores casas de Lisboa com os melhores interpretes.
A melhor oferenda musical que Lisboa pode ter recebido num natal que será recessivo e triste e que eu, pessoalmente, e muito modestamente, me sinto honrado de ter presenciado e consequentemente recebido.
Musicalmente excedeu todo o materialismo musical que possa receber neste Natal, no meio de muitas esperadas peúgas! Este "tremendus eventus" perpetuará na minha memória, como um raro momento num percurso de 15 anos de concertos nas melhores casas de Lisboa com os melhores interpretes.
"BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINE"
És grande entre os homens e tua arte maravilhosa.
Bem Hajas
Bem Hajas
Beatices:
Artur Pizarro,
CCB,
Marc Minkowski,
Resplendor
21 de dezembro de 2008
AINDA SOBRE THAÍS... A SANTA
Santa Thaís era uma princesa egípcia de grande beleza e riqueza que vivia no século IV.
Um monge de nome Pafúncio inflamou-se com a idéia de converte-la ao cristianismo com isto tira-la da vida pecaminosa. Em breve Pafúncio teve seu desejo realizado (Alguns estudiosos acham que este monge São Pafúncio é o mesmo São Paphnutius - que era eremita junto com Santo Onophrius).
Thaís converteu-se ao cristianismo, desistindo da vida que levava, com grande obstinação. Queimou sua roupas e jóias em praça publica. O ato seria o primeiro de uma serie de penitencias que a santa se submeteria.
Santa Thaís entrou para um mosteiro de freiras onde manteve-se em penitência e contemplação por três anos, dos quais não saia de sua cela a não ser para ir à capela rezar. Não sorria, pronunciava uma só palavra, não levantava olhar para ninguém, vestia roupas grossas feitas com sacos velhos, dormia no chão e fazia jejum na base de pão e água.
Sua obstinação e fé nas palavras de Jesus fizeram com que após três anos de extrema penitencia ela fosse readmitida na vida da comunidade e foi descrita como uma pessoa de grande bondade que cuidava, em especial, dos pobres e doentes de sua época, chegando mesmo a lavar os leprosos e os infectados com a peste da época (cólera e febre amarela).
Sua fama cresceu visto que ela milagrosamente, não contraia a doença das pessoas que cuidava.
Este teria sido o seu primeiro milagre. Diz a tradição que no final de sua vida curava os doentes apenas com sua oração e bênção e chegou a prever o dia de sua morte com grande antecedência e ao morrer repetia sem cessar a seguinte oração:
Este teria sido o seu primeiro milagre. Diz a tradição que no final de sua vida curava os doentes apenas com sua oração e bênção e chegou a prever o dia de sua morte com grande antecedência e ao morrer repetia sem cessar a seguinte oração:
"Vós que me criastes, tende compaixão de mim".
Fez questão de ser enterrada em um cova comum sem caixão ou qualquer outra protecção, e algum tempo depois de seu túmulo exalava um perfume agradável.
Em breve seu túmulo se tornou local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão e no século nono as sua relíquias foram trasladadas e guardadas em um santuário na Igreja de São Praxedes, pelo Papa Paschoal I, que era seu fervoroso devoto e teria sido curado de uma terrível doença pela intercessão da Santa Thaís.
THAIS - UMA SANTA A RELEMBRAR
A propósito da transmissão da ópera Thaïs de Massenet, que ontem se ouviu em directo do Met de N. York, fica aqui um apontamento sobre a LEGENDA AUREA desta figura, datada do séc. XIII, onde se conta com singeleza assaz comovente a seguinte narrativa - da qual saiu o romance de Anatole France, que gerou a ópera:
Taide ou Thaïs
A Cortesã Thaïs era tão formosa que vários homens se arruinaram por amor a ela, ficando na maior penúria, e à soleira da sua porta o sangue dos quais se degladiavam por ciúmes fazia poças.
Pafúncio, anacoreta, sabendo-o, buscou uma moeda de prata e trajando à secular, veio de longada até à cidade do Egipto, onde ela morava, a fim de lhe dar o dinheiro, para, a troco dele, pecar com ele.
Thaïs uma vez recebida a moeda convidou-o a entrar no seu quarto onde havia uma cama recamada de estofos caros. Pafúncio entrou mas mostrou preferência por quarto mais retirado. Anuindo, ela levou-o para vários compartimentos, mas ele dizia sempre que receava ser visto.
Então a cortesã disse-lhe que tinha um quarto onde ninguém poderia entrar, contudo se era Deus que ele temia, não havia modo de remediar o caso porque em nenhuma parte do mundo poderia furtar-se a Seus olhares.
- Mas então sabes que Deus existe?
Thaïs respondeu que sabia e não ignorava a vida futura e o castigo dos pecadores.
Ouvindo tais palavras a cortesã lançou-se aos pés do eremita, lavada em lágrimas e exclamou:
Depoisa Pafúncio levou-a para um convento de freiras onde a emparedou numa cela exígua, a fim de a arrastar vida de árdua penitência:
Ela ainda viveu quinze dias e adormeceu na paz do Senhor.
- Mas se conheces tudo isso, por que tens causado a perda de tantas almas? Terás de dar conta delas a Deus e também da tua e por certo serás condenada!
Ouvindo tais palavras a cortesã lançou-se aos pés do eremita, lavada em lágrimas e exclamou:
- Mas sei igualmente que é possivel o arrependimento e tenho confiança em que as tuas orações poderão alcançar a remissão dos meus pecados. Dá-me só três horas de espera e depois delas irei para onde me mandares e farei o que me ordenares!
Thaïs empregou as três horas em reunir todas as riquezas que amontoara à custa do pecado e lançou-lhes fogo na praça pública ante densa multidão.
Depoisa Pafúncio levou-a para um convento de freiras onde a emparedou numa cela exígua, a fim de a arrastar vida de árdua penitência:
"Não és digna de pronunciar o nome de Deus, nem de levantar as mãos para o Céu porque toda tu és impureza. Limitar-te-ás, voltada para Nascente, a repetir sempre a mesma frase:
"Oh tu que me criaste, tem piedade de mim"!
Ao cabo de três anos Pafúncio, condoído da sorte da infeliz, foi-se em busca de Santo Antão, para saber se Deus não haveria perdoado os pecados da penitente. O Santo congregou os discípulos e ordenou-lhes que permanecessem em oração até que Deus revelasse a um deles o que fora objecto da vinda do monge. E quando todos oravam, Paulo viu no céu uma cama coberta de panejamentos preciosos e guardada por três virgens de rosto resplandecente. As três donzelas eram o temor dos futuros castigos, a vergonha dos pecados cometidos e a paixão pela justiça de Deus.
E como Paulo supusesse que tal cama deveria ser indubitavelmente para Antão, uma voz do Alto exclamou:
E como Paulo supusesse que tal cama deveria ser indubitavelmente para Antão, uma voz do Alto exclamou:
"Não! É para Thaïs, a cortesã!"
No dia seguinte Paulo tratou de contar a visão que tivera e Pafúncio entreviu nela a vontade do Altíssimo e, dirigiu-se logo para o mosteiro a fim de desemparedar a penitente, o que fez por estas palavras:
"Sai daí, porque Deus remiu teus pecados, não só por causa da penitência, mas também porque conservaste o seu temor no fundo da tua alma."
Ela ainda viveu quinze dias e adormeceu na paz do Senhor.
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Anatole France, homem de pouca crença, viu nesta história um recurso de amplas possibilidades com a finalidade de provocar a religião, prevertendo-a, segundo os seus princípios.
Assim Pafúncio, agora chamado de Atanael, monge senobita, tinha sido na sua juventude amante de Thaïs. Por obsessão carnal aproxima-se dela, para converte-la segundo a moralidade cristã, e consequentemente faze-la passar pelas mais duras provações. A sua intenção é conseguida, apesar da relutância de Thaïs.
Levando-a para um convento, intensifica no caminho ainda mais os seus sentimentos carnais, enquanto esta vive na razão e consciência impostas. Chegados ao convento, despedem-se. Atanael fica atónito, percebendo que não voltará a vê-la.
Assim, a cortesã em santidade atinge a espiritualidade ascendendo aos céus, e Atanael o percurso inverso caindo no materilismo e desejo carnal.
Lina Cavalieri,
no papel de Thaïs
no papel de Thaïs
Assim Pafúncio, agora chamado de Atanael, monge senobita, tinha sido na sua juventude amante de Thaïs. Por obsessão carnal aproxima-se dela, para converte-la segundo a moralidade cristã, e consequentemente faze-la passar pelas mais duras provações. A sua intenção é conseguida, apesar da relutância de Thaïs.
Levando-a para um convento, intensifica no caminho ainda mais os seus sentimentos carnais, enquanto esta vive na razão e consciência impostas. Chegados ao convento, despedem-se. Atanael fica atónito, percebendo que não voltará a vê-la.
Rene Fleming
Aria do espelho
vestida por Cristian Lacroix
Met 2008
Passam três semanas, e o monge é assaltado por sonhos eróticos com Thaïs. Enchendo-se de tal rubor, corre para o mosteiro para possuí-la carnalmente, ante a sua loucura. Chegando, encontra uma Thaïs moribunda. A sua motivação é cega. Esta morre e Atanael fica inconformado.Aria do espelho
vestida por Cristian Lacroix
Met 2008
Assim, a cortesã em santidade atinge a espiritualidade ascendendo aos céus, e Atanael o percurso inverso caindo no materilismo e desejo carnal.
Eva Mei e Michele Pertusi
Morte de Thaïs
La Fenice 2005
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Morte de Thaïs
La Fenice 2005
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Sampayo Ribeiro, Mário - Thaïs - Colecção Ópera - Editor: Manuel B. Calarrão, Lisboa, Agosto 1951
Beatices:
Eva Mei,
Legenda Aurea,
Lina Cavalieri,
Michele Pertusi,
Rene Fleming,
Santa Thaís
BEETHOVEN IN CONCERT
Hoje ás 18h e ás 21h,
no
Centro Cultural de Belém, Lisboa
Symphony nº6
in F major, Pastoral, Op.68
(1808)
ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
PEDRO CARNEIRO direction
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Ária:
Ah! Perfido, Op.65
(1795)
ALEXANDRINA PENDATCHANSKA, soprano
ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
PEDRO CARNEIRO direction
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Gloria
(Gloria - Qui Tollis - Quoniam)
from the Mass in C, Op.86
(1807)
SANDRA MEDEIROS soprano JULIANA MAUGER alto
FERNANDO GUIMARÃES tenor JOÃO DE OLIVEIRA bass
LATVIJAS RADIOKORIS (Rádio Letónia Choir)
ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
PEDRO CARNEIRO direction
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Concert nº4
for piano and orquestra in G major, Op.58
(1807)
SERGIO TIEMPO piano
ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
PEDRO CARNEIRO direction
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Sinfonia nº5
in C minor, Op.67
(1808)
SINFONIA VARSOVIA
MARC MINKOWSKI direction
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Sanctus
(Sanctus - Benedictus - Osanna)
from the Mass in C, Op.86
(1807)
SANDRA MEDEIROS soprano JULIANA MAUGER alto
FERNANDO GUIMARÃES tenor JOÃO DE OLIVEIRA bass
LATVIJAS RADIOKORIS (Rádio Letónia Choir)
SINFONIA VARSOVIA
MARC MINKOWSKI direction
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Fantasia
for piano in G minor, Op.77
(1808)
ARTUR PIZARRO piano
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Fantasia Coral
in C minor for piano, choir and orchestra, Op.80
(1808)
ARTUR PIZARRO piano
LATVIJAS RADIOKORIS (Solistas e Coro da Rádio Letónia)
SINFONIA VARSOVIA
MARC MINKOWSKI direction
16 de dezembro de 2008
15 de dezembro de 2008
14 de dezembro de 2008
HORAS ABENÇOADAS... HORAS DE TERROR
As horas bonitas de Pio XII
Serão uma verdadeira bênção as horas de Pio XII - o chamado príncipe dos Papas e o mais absoluto dos Papas do séc. XX, o homem que usou a ciência, a comunicação e o marketing para chegar ainda mais longe?
13 de dezembro de 2008
12 de dezembro de 2008
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