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10 de novembro de 2010

7 de junho de 2010

A PROPÔS...

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Assim como os maviosos insectos voadores opurtunistas de uma janela aberta, entrando de rompante pela casa adentro, acomodando-se ao conforto do espaço pleno de argencia efémera sonora, cito agora o ilustre poeta de haxen inglês do tempo da grande royal Victoria, lembrado por um distinto e inteligente seguidor:

"o público é muitíssimo tolerante, tolera tudo... menos o génio"

Oscar Wilde
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27 de novembro de 2009

DESCARTES DIXIT:


"Quando começo a descobri-las [as ideias inatas], não me parece aprender nada de novo, mas recordar o que já sabia. Quero dizer apercebo-me de coisas que já estava no meu espírito, ainda que não tivesse pensado nelas. E o que é mais notável, é que eu encontro em mim uma infinidade de ideias de certas coisas que não podem ser consideradas um puro nada. Ainda que tenham talvez existência fora do meu pensamento elas não são inventadas por mim. Embora tenha a liberdade de as pensar ou não, elas têm uma verdadeira natureza e imutável"

Méditations Métaphysiques, “Méditation cinquième”, p. 97-99.
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12 de novembro de 2009

UM MOTO PERPETUO EXISTÊNCIAL "A PROPOS" DE CAIM



"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

etc, etc, etc...


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