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21 de abril de 2011

LIVROS

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Ultimamente não tenho tido grande tempo para ler. À pressa, com olhar académico,  tenho lido artigos dados para o semestre e que numa exposição aqui apresentada de múltiplas conclusões dariam neste nosso espaço horas de composição escrita sobre Maximiliano de Habsburgo ou sobre a corte do senhor D. João V - nomeadamente de um assunto recém apurado e publicado na early music que nos coloca historicamente na génese de um produto cultural e à frente de qualquer outra nação do mundo face ao interesse e desenvolvimento por esse tal objecto, que a seu tempo será aqui abordado e que por enquanto permanecerá incógnito.

Depois de lido o mais recente livro do senhor João Gonçalves, ainda por assinar, inicio agora o mais recente calhamaço do senhor Umberto Eco, na tradução portuguesa do senhor Jorge Vaz de Carvalho. A ler!
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25 de março de 2011

CONTRA A LITERATICE E AFINS

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 (c) Santos & Santinhos

Fui ontem ao lançamento do Contra a Literatice e Afins do João Gonçalves (aqui) que se poderia recensear como uma espécie de anti-vírus literário traçado com a mesma arte de esgrima desenhada no seu blogue.

Com este petit rien aqui deixado sem "laços de embrulhar", em alternativa a um desejado cumprimento que não me foi possível efectuar por sobreposição de compromissos (deixando assim por assinar o exemplar que de lá trouxe), saúdo-o a partir deste sitío felicitando-o com um grande bem-haja.
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10 de outubro de 2010

A UMA POBRE ALMA SURREALISTA

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Derramemos lágrimas de gratidão e de saudade: Este é o verdadeiro elogio fúnebre dos grandes homens: estas lágrimas as honras do seu funeral, são as pompas do seu enterramento: elas terão lugar na história, elas serão epitáfio eloquente que mostrará aos vindouros o jazigo das suas cinzas gloriosas: molhai com essas lágrimas a pena da verdade, e escrevei-lhe sobre a lápide sepulcral - AQUI JAZ O LIBERTADOR DOS PORTUGUESES: SALVOU A PÁTRIA E MORREU POBRE.


Almeida Garrett
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