Joan Sutherland, La Stupenda, consagrou-se como um dos melhores Sopranos que o mundo conheceu na segunda metade do século anterior de fama e condição comparada à da Callas e à a Tebaldi, patamar que poucas atingem.
Depois de uma longa vida rica de experiências e de conhecimento e de um largo e inestimável contributo para a cultura mundial subiu na noite passada ao Parnassus para ocupar o seu lugar na sedia das cátedras mais elevadas do panteão das celebridades líricas.
Depois de uma longa vida rica de experiências e de conhecimento e de um largo e inestimável contributo para a cultura mundial subiu na noite passada ao Parnassus para ocupar o seu lugar na sedia das cátedras mais elevadas do panteão das celebridades líricas.
Para além de toda a sua abordagem ao repertório (árias, ariettas e cançonetas, sempre de boa e agradável audição, terapia recomendada à melancolia) destaco nas minhas predilecções a sua Norma, Amina, Violetta, Lucia, Lucrezia, Marguerite d'Anjou e o delicioso tape Io non son piú l'Anetta de Ricci.
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