Bem, acabado o joguinho das vuvuzelas para Portugal, que de bom tom perdemos em conformidade com os novos tempos para sem azedumes continuarmos em paz a dispender da cordial arrogância e ditadura da globalização vinda de além fronteiras, como deste nosso mais próximo vizinho que uma vez mais ganhou o mundo, desta pela força do jogo-da-bola! Pobretes mas alegretes, com uma consoladora e foliã medalha de cortiça sarapintada, eis-nos, é certo, mas sem aquele estigma do Teixeira de Pascoais que já ninguém sublima, felizmente para todos nós para que os nossos dentes não nos caiam de podres.
Mas, caro leitor, vamos ao que interessa:
CR7, ou seja, CR, o futebolista, fez um filho sem se encostar, roçar e fornicar num pele a pele uma fêmea reprodutora! É quase metafísico e uma estrela poderia ter passarinhado no céu. Mas não, nada disso aconteceu e na realidade provou-se que temos homem (o que faz o dinheiro). Macho, até, de condão chauvinista na medida em que usa e despreza o bel sexo como as descartáveis fraldas do seu recém-nascido - uma barriga de aluguer para gestar uma criança e modelos e manequins, que de certo, também alugadas a termo certo, na prestação de serviços pagas a troco de recibos verdes, para lhe fazerem companhia nas piscinas de N. York e nos Iates que se deixam fotografar em pictures que dão 7 voltas ao globo no espaço de micro segundos para convencer o mundo de alguma coisa de que não percebemos muito bem o quê. Assim sendo, e como português moralista que sou, ainda que falso, digo: CR, mas o que vem a ser isto? Não gosto de dar conselhos, mas hoje vou abrir uma excepção. Ei-lo! CR com a sua licença, deixo-lhe aqui esta mensagem: a vida não é só relvados, estádios e milhões de euros a comprar tudo. Aprenda isto depressa para não repetir erros, uma vez que sobre o que fez nada há mais a fazer, nem dá para emendar, uma vez que o Júnior irá viver sempre com o complexado estigma e o espectro de um pai saudável pelo que parece só pela habilidade para dar uns chutos numa bola já que a vocação para agarrar as ancas de uma mulher, se assemelha de fraca, fracota! Rapazola, aprenda para felicidade dos seus meninos: os bebés não se fazem com dinheiro numa clínica como quem espera que eles venham de avião da França, nem muito menos se onananizam para um tubo. Um bebé, caro CR, passando a expressão, ejacula-se no tal sagrado recipiente feminino concebido com graça pela Divina Providência para esse efeito, para uso de machos viris ou de homens interessados, com o frenetismo e o anseio de um forte nirvana da planta dos pés à ponta dos cabelos galgado depois como um calafrio pela espinal medula abaixo aspergindo-se como uma torrente de chuva de uma forte monção de Verão.
Afinal onde está o homem?
Não c'e! E o que se vê: um puto mariquinhas menos chorão do que já foi, agora com ares de arrogante, perdulário dos seus MILHÕES, deixando-se fotografar ao lado de MULHERÕES sem qualquer empatia e simbiótica cumplicidade pelo objecto feminino... Basta, cada um que depreenda aquilo que achar! Não me compete ajuizar nada.
Em resumo e finalizando esta publicação viperina, CR, o futebolista, percebe imenso de chutos na bola (sem marcar grandes golos) mas de bebés: "tá quieto ó preto"! Rapaz da Bola, não tem importância que não seja um macho viril - pode ser o que quiser entre o normal, o débil ou até mesmo o impotente - mas encoste-se e sinta a efervescência carnal do sangue alheio a chamar por si!
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