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16 de dezembro de 2010

NA CANTINA...

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... enquanto relia a matéria de um teste, ante a pressa em revisitar todos os aspectos de temas que precisavam ser mais bem lembrados, entre garfadas de uma macrobiótica jardineira de seitan coroada por uma rabanada açucarada sem embargos por sobremesa, eis que oiço:

Um: Então como foi o teu teste?
Outro: Vê lá bem, em vez de pintura saiu um poema de Van Gogh...
Um: Uhm!... quem é esse?... ahh, é tipo aquele que pintava quadros?
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15 de dezembro de 2010

BRILHA BRILHA

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(c) Santos & Santinhos

Pois é, caro leitor saudoso de um nosso post, hoje, sem que fosse ainda o natal que se anuncia, o vosso Bartolomeu brilhou cintilantemente por entre a plêiade das magnas "estrelas" da sua faculdade como um astro cadente rasgando de espanto e assombro aqueles ares com a argente arte que ali ninguém possui conhecimento ou domínio ao nível que este vosso escrevente encerra. 

De facto, hoje, o firmamento foi meu. Quando voltará a ser... o amanhã o determinará. Por agora,  para outros igualar, ao maior cuidado as minhas obrigações académicas me obrigam a mergulhar.
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8 de novembro de 2010

OS SEGREDOS DA FACULDADE

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(c) Santos & Santinhos


Fazendo uma análise a um percurso aproximadamente de 15 anos chego à conclusão que estive rodeado ou me senti atraído, academicamente, socialmente e profissionalmente, por um certo tipo de pessoas de índole duvidosa quanto à origem das suas melhores intenções. Não por intenção mas sobretudo pela disponibilidade de espécimes que nesses certos meios que frequentei encontrei.

Diplomado em bullying e moobing cheguei a esta idade com tantos complexos e desilusões turvantes do melhor olhar sobre as pessoas que por consequência me privaram do sentimento de curiosidade e aproximação. Lá no meu canto, recordando uma preciosa lição da adolescência, fiquei esperando quem por bem se fosse aproximando e se interessasse por partilhar reciprocamente ideias e olhares.

Hoje, embora tivesse atravessado o portão da faculdade, desmotivado pela minha falta de brio no melhor empenho das minhas obrigações, venho de lá com um certo conforto de um  gesto de tão grande generosidade que mesmo que seja contado ninguém acredita. Um acto que só poderei classificar de muita estima e maior amizade, já que a minha recusa a esse acolhimento poderia ser classificada de ofensiva e o que me fora depositado nesta prova não poderia ser largado assim. Não sei se sou merecedor de tal prémio com que fui agraciado, mas por esta dádiva cito uma lição do meu livro da 2ª Classe que no seu término se moralizava com a seguinte máxima: amor com amor se paga!

Obrigado R. M.
E muito especialmente: obrigado M. P.
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