José Socrates - the portuguese Prime-minister - que para nós dispensa apresentações , demonstra parecer estar alheado da verdadeira realidade nacional (das suas verdadeiras e primordiais necessidades, para a supressão de carências, ou na conferencia da nossa dignidade pessoal individual, para nem sequer falar da nossa identidade colectiva).
Ora vejamos: Na cimeira Ibérica, tema dos noticiários de hoje, afirmou em certo discurso:
Ora vejamos: Na cimeira Ibérica, tema dos noticiários de hoje, afirmou em certo discurso:
"- Eu não serei mais um primeiro-ministro que contribuirá para o atraso do meu país /.../"
Bonito de ouvir, sim senhor!
Mas estará verdadeiramente convicto disso?
Na realidade no que estaria ele a pensar ou falar?
Mas estará verdadeiramente convicto disso?
Na realidade no que estaria ele a pensar ou falar?
Se for no TGV faz sentido - apesar da megalomania desnecessária do projecto estendido a outras áreas nacionais, que não Lisboa.
Porém... ciente então destas suas palavras, como é seu hábito, no seu estilo arrogante, como era o seu predecessor Guterres, e malgré o que afirmou, assinou um protocolo com o Governo Espanhol o qual permite que habitantes de localidades fronteiriças beneficiem dos Hospitais espanhóis - quando sabemos que anda a fechar os Postos e Centros de Saúde em função de unidades centrais - maiores que as primeiras, mas de pouco recursos humanos - que se mostram precárias de todos os recursos ao bom e total atendimento, sem esquecer as longas filas de esperas e a especulação destas nos hospitais/clínicas particulares deste país.
Depois queixam-se das idas a Cuba, para as cataratas... quando com este acto o Prime-minister admite que realmente não há condições!



