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15 de julho de 2010

AINDA SOBRE CR7

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Dois comentadores anónimos, quem sabe a mesma pessoa, vieram aqui insultar-me no âmbito do post anterior. Como é óbvio, não vou publicar os seus comments dado o teor radical das expressões usadas. Advirto-os com esta nota, como a todos que se acerquem de tal ímpeto, que não publico violência verbal gratuita e despropositada ao meu alter-ego, à minha pessoa, ao meu blog e a terceiros sem que a mesma esteja relacionada e seja fundamentada no contexto das dissertações aqui publicadas. Tal como acuso, também defendo e protejo, e como me exponho em tais propósitos também tenho o dever de aceitar a critica, mas a critica não verborreias da trampa.

Assim caros Anónimos, que se escondem para dar azo à perversidade e à demência, não dando para isso cara, nome, perfil ou blog, e que creio reincidentes na prevaricação, escrevam para aí até caírem para o lado de tantos calos nos dedos e até que a desidratação da radiação do vosso PC vos queime a meninge e o sistema binário e primário que vos impele a escrever tais pérolas. Palavreado e frases do teor que me enviaram não tem expressão nem visibilidade por aqui. Há formas inteligentes de o fazer e de o dizer escrevendo. Puxem pelo vosso córtex para não serem redundantemente vulgares e ordinários, se é que o vosso, tal como o vosso intelecto, é inteligentemente maleável. Aqui a linguagem de andaime e o gesto de atirar pedras por atirar não têm lugar. Refinem-se, portanto!

A propósito, já dizia a Paris Hilton que o moço é frouxo e como não inventei nada, resta-me acrescentar cada um é como cada qual e cada qual igual a si mesmo. Só não vê a verdade e o que é óbvio quem dela recusa o seu poder redentor.

Por fim, bem hajam pela vossa presença, mas esta será sempre invisível pela vossa mentecaptacidade e falta de modos.

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14 de julho de 2010

O NOVO MODO DE FAZER BEBÉS!

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Foi com surpresa e maior espanto que neste regresso à ribalta do quotidiano, no alheamento da sua azáfama ao qual me devotei para melhor diligenciar as minha obrigações, tomei entretanto conhecimento de um ou outro assunto que nos vamos por aqui a deixar uma impressão. Resumindo, por assim dizer, no dia que Portugal se deixou vencer pela Espanha - fatídico dia em que um incêndio levou a tal bela janela, ameaçando a boa ordem dos nossos trabalhos, numa maré de azares que nos foram boicotando a normalidade da nossa jornada até ao último minuto (mesmo o último, aquele em que por fim as luzes se apagaram antes da madrugada de pretas e ucranianas do Cacém, quais baratas em busca de detritos e agentes da reposição da mais antiga ordem no desaparecimento de vestígios de efémeras passagens, viessem varrer o pó deixado na passagem deste nosso circo louco e delirante) -, que mergulhei de apneia num oceano de esquecimento para melhor me concentrar na desorganização que a partir daí reinou como uma desbragada e temperamental Histrionica Domina Imperatrix Mundi, ao sabor do lado em que bate o vento.

Bem, acabado o joguinho das vuvuzelas para Portugal, que de bom tom perdemos em conformidade com os novos tempos para sem azedumes continuarmos em paz a dispender da cordial arrogância e ditadura da globalização vinda de além fronteiras, como deste nosso mais próximo vizinho que uma vez mais ganhou o mundo, desta pela força do jogo-da-bola! Pobretes mas alegretes, com uma consoladora e foliã medalha de cortiça sarapintada, eis-nos, é certo, mas sem aquele estigma do Teixeira de Pascoais que já ninguém sublima, felizmente para todos nós para que os nossos dentes não nos caiam de podres.

Mas, caro leitor, vamos ao que interessa:

CR7, ou seja, CR, o futebolista, fez um filho sem se encostar, roçar e fornicar num pele a pele uma fêmea reprodutora! É quase metafísico e uma estrela poderia ter passarinhado no céu. Mas não, nada disso aconteceu e na realidade provou-se que temos homem (o que faz o dinheiro). Macho, até, de condão chauvinista na medida em que usa e despreza o bel sexo como as descartáveis fraldas do seu recém-nascido - uma barriga de aluguer para gestar uma criança e modelos e manequins, que de certo, também alugadas a termo certo, na prestação de serviços pagas a troco de recibos verdes, para lhe fazerem companhia nas piscinas de N. York e nos Iates que se deixam fotografar em pictures que dão 7 voltas ao globo no espaço de micro segundos para convencer o mundo de alguma coisa de que não percebemos muito bem o quê. Assim sendo, e como português moralista que sou, ainda que falso, digo: CR, mas o que vem a ser isto? Não gosto de dar conselhos, mas hoje vou abrir uma excepção. Ei-lo! CR com a sua licença, deixo-lhe aqui esta mensagem: a vida não é só relvados, estádios e milhões de euros a comprar tudo. Aprenda isto depressa para não repetir erros, uma vez que sobre o que fez nada há mais a fazer, nem dá para emendar, uma vez que o Júnior irá viver sempre com o
complexado estigma e o espectro de um pai saudável pelo que parece só pela habilidade para dar uns chutos numa bola já que a vocação para agarrar as ancas de uma mulher, se assemelha de fraca, fracota! Rapazola, aprenda para felicidade dos seus meninos: os bebés não se fazem com dinheiro numa clínica como quem espera que eles venham de avião da França, nem muito menos se onananizam para um tubo. Um bebé, caro CR, passando a expressão, ejacula-se no tal sagrado recipiente feminino concebido com graça pela Divina Providência para esse efeito, para uso de machos viris ou de homens interessados, com o frenetismo e o anseio de um forte nirvana da planta dos pés à ponta dos cabelos galgado depois como um calafrio pela espinal medula abaixo aspergindo-se como uma torrente de chuva de uma forte monção de Verão.

Afinal onde está o homem?

Não c'e! E o que se vê: um puto mariquinhas menos chorão do que já foi, agora com ares de arrogante, perdulário dos seus MILHÕES, deixando-se fotografar ao lado de MULHERÕES sem qualquer empatia e simbiótica cumplicidade pelo objecto feminino... Basta, cada um que depreenda aquilo que achar! Não me compete ajuizar nada.

Em resumo e finalizando esta publicação viperina, CR, o futebolista, percebe imenso de chutos na bola (sem marcar grandes golos) mas de bebés: "tá quieto ó preto"! Rapaz da Bola, não tem importância que não seja um macho viril - pode ser o que quiser entre o normal, o débil ou até mesmo o impotente - mas encoste-se e sinta a efervescência carnal do sangue alheio a chamar por si!


News about:

Cristiano participa em campanha... de borla
, Cristiano Ronaldo no Algarve: "Deixem-me desfrutar" ,
Selecção dá trambolhão de cinco lugares no ranking FIFA , Federação Portuguesa pela Vida exige revisão "urgente" da lei do aborto , Queiroz espera novo prémio: a decisão final de CR sobre braçadeira
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7 de julho de 2009

1 de dezembro de 2008

A NOITE DA RESTAURAÇÃO




É quase meia-noite!

Não há muitos anos, esta era também uma das maiores noites do ano. Passados 368, a alegria desta festividade parece injustamente esquecida ou adormecida!

Cerca de 346 anos depois, o pequeno rapaz, vivenciou por alguns anos a manifestação popular do orgulho patriótico luso, que hoje ou desapareceu ou está ausente das pessoas! Existia o gosto em ser português. Existia o gosto em sermos, um povo valente que passou a vida em gloriosas escaramuças com os espanhóis, das quais Portugal era sempre o vitorioso! Isto dizia-se e ensinava-se na escola. Hoje não sei! É só futebol... Futebol, Mini's, Daniela Cicarelli e Cristiano Ronaldo!

Após o jantar, as pessoas não íam dormir. Esperavam ansiosamente a Banda de música vir alvorar com seus instrumentos, por volta da meia-noite, o patriótico Hino da Restauração. Mal se sentiam as toadas musicais, a família vinha á porta ver a Banda passar, e fechando-a, lá a seguiam felizes e contentes, passeando pelas ruas acompanhando e cantando: lá, lá, lá, lá... Era assim em todas as ruas, em todas as casas e em todas as famílias. Enquanto a Banda, com a população atrás, dava "a volta" da procissão!


Era algo semelhante a isto.
A mesma musica, a mesma sonoridade, a mesma disponibilidade e alegrias contagiantes


Memorável foi uma véspera de 1º de Dezembro em que o "Macaco" – alcunha masculina – causou espanto em toda a população. Ouvindo a Banda tocar, já deitado, corre à porta em ceroulas onde fica especado. De ceroulas e com o boné do dia a dia na cabeça – único elemento que o cobria da vergonha, da sua quase nudez (apesar de vestido da cabeça aos pés). Para ele era como estar vestido, para os outros regozijo exacerbado, expresso em sonoras gargalhadas. Assim sentia-se invulnerável, podendo ver a Banda passar, para os outros era a história: “ O Rei vai nu”. A toda esta panóplia juntam-se os gritos da sua alvoraçada mulher, que de dentro o chamava com a caricata austeridade popular, enquanto, este, louco que nem uma criança, esboçava sorrisos de autêntica e genuína felicidade, por ver a banda passar! Durante anos não se falou noutra coisa!


Ceroulas ou Ciroilas


(Com brasão real, para dignificar aqui o homem

que orgulhosamente assistiu de ciroilas ao 1º Dezembro.

Os outros também as tinham, é certo. Mas debaixo das calças!)


Por fim, na Casa da Musica, como aqui chamavam à Sede da Sociedade Filarmónica, os músicos tocando entretinham as pessoas, até à debanda. As pessoas dançavam, ao som das marchas – pois não se ouvia outra coisa – e os homens encostavam-se ao balcão do bar, bebendo copos de vinho. Vinho tinto, por excelência! As crianças, como o pequeno rapaz, viviam e bebiam destas estranhas formas culturais aos olhos dos dias de hoje!


Hoje já nada disto existe. A noite de 1º Dezembro de 2008 permanece fria e silenciosa!


Amanhã ouviremos, no evento assinado pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, os habituais discursos e as justas homenagens – acção criada em 1861 por Alexandre Herculano, para perpetuar na memória portuguesa o nobre feito dos 40 restauradores. Escutar-se-ão A Portuguesa, republicana, e o Hino da Restauração junto ao monumento evocativo na praça dos restauradores. E assim será oficialmente mais um 1º Dezembro.

Esperem... Afinal já passa da meia-noite... Viva o 1º de Dezembro!






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