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Dizem as praeiras sentadas na borda da praia, essas que conhecem melhor que ninguém a raça do tempo de estio, com o saber calejado no rosto abrasado pelo sol e curtido pelo sal do mar, arrevesando-se no seu xaile preto olhando o infinito longínquo, que: 1º de Agosto, 1º de Inverno. Diz também o povo de lado a lado desde o tempo das avós e das avós das avós que letradas em pouco mais do que cultura popular, sabiam para além do que aquilo que tenra gente saída do seu regaço encerra.
Se a cinzenta chuva brindou à máxima popular sem o gosto do tempo quente e do ameno conforto da praia, privado de tal delicia o fim do dia encantou-se aos olhos com este desfecho:
(c) Santos & Santinhos
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