24 de maio de 2011

ODE AO GOVERNO E AO SEU HONRADO, COMPETENTE E FANTÁSTICO LÍDER JOSÉ SOCRATES

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Ode ao Governo 
e ao seu honrado, competente e fantástico líder José Sócrates
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A culpa é do pólen dos pinheiros,
Dos juízes, padres e mineiros,
Dos turistas que vagueiam pelas ruas, 
Das strippers que nunca ficam nuas,
Dos analfabetos, sábios e doutores,
Dos bancários, jornalistas, pescadores,
Da encefalopatia espongiforme bovina,
Do Júlio de Matos, do João e da Catarina.
A culpa é dos frangos que tem HN1
E dos pobres que já não têm nenhum.
A culpa é das putas que não pagam impostos,
Que deviam também ser pagos pelos mortos.
A culpa é dos reformados e desempregados,
Cambada de malandros feios, excomungados.
A culpa é dos que têm uma vida sã
e da ociosa Eva que comeu a maçã.
A culpa é do Eusébio que já não joga a bola
E daqueles que não batem bem da tola.
A culpa é dos putos da Casa Pia,
Que mentem de noite e até de dia.
A culpa é dos traidores que emigram
E dos patriotas que ficam e mendigam.
A culpa é do Partido Social Democrata
E de todos aqueles que usam gravata.
A culpa é do BE, do CDS e do PCP
E dos que não querem um lindo TGV.
A culpa até pode ser do urso que hiberna,
Mas não será nunca de quem governa!

Autor desconhecido
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1 de maio de 2011

O MILAGRE DE WOJTYLA

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Era 12 de Maio de 1982. Uma criança alucinada, beata e louca excitada com a vinda do Papa a Portugal, que assistira a todos os momentos pela RTP, da chegada a Lisboa ao regresso a Roma, vai ao quarto da irmã e toma-lhe um terço de cor-de-prata para nesse dia ir à novena das 18h.

Efusiva, a criança, no adro da Igreja, vaidosa do objecto que tem em seu poder, no segredo e na ansiedade provocada pela adrelina, pula, salta e anda no beirado elevado de um pequeno escadório (que  harmoniosamente fazia o contorno do desnível natural do terreno, com uma altura de quase 2 metros). Sem se aperceber, medindo mal os seus passos neste seu patético e ridículo ballet, desprovido de técnica segura,  foge-lhe o chão dos pés. Sem contrariar os ditos de Newton a criança cai. Batendo com a cabeça no chão pintou com o seu rubro fluído vital as pedras da calçada que na queda lhe ampararam a cabeça.

Sem mais, e por hora, desinteressado de novenas e afins, chorando, coroado pela chaga que o banhava de sangue, levantou-se pelo seu pé. Chorando correu para casa refugiando-se na sua mamã, única sorte que lhe valeu à tal desdita.


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