11 de abril de 2011

APETECIMENTOS

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Há uns dias sentado na Bénard senti-me atraído por um bizarro mirone que me olhava por detrás da vitrine da Sá e Costa: Fátima um poema do mundo do Botto. Pespegado na montra, insistente no seu chamamento, obrigou-me a entrar nesta livraria. De amiúde, num livro, ainda por abrir pela lei de uma apropriada navalha, de uma primeiríssima edição, verifiquei o seu admirável conteúdo que neste momento aspiraria a ler com o devido detalhe, como suplemento della colazione, desta para o espírito, enquanto a manhã não se materializa nas suas rotineiras obrigações.
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