24 de março de 2011

SUNDAY'S WITH LIZ TAYLOR

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Era um petiz, a pequena criança do tempo de algumas histórias aqui já contadas. Na verdade a idade em que o pequeno rapaz queria ser santo. Os domingos passava-os com uma prima viúva, ainda com 50 anos mal feitos, com quem durante longos anos na sua sala, sentado, num maiple (dizia-lhe, com certa distinção, corrigindo-lhe o trivial termo sofá) onde os pés ainda não tocavam no chão, assistia às matinés cinematográficas da RTP recheadas daqueles filmes dos anos 40, 50 e 60. Sem recordar-lhes os nomes em concreto, fascinado, recorda-lhes porém um rosto raiando beleza em torno de uns míticos e deslumbrantes olhos cor-de-violeta que vinham ocupar esse pequeno ecrã. De facto, Liz Taylor. A prima viúva dizia sempre: 

- Já teve 7 maridos!
- Tantos, prima??? - respondia
- Sim, filho, 7 maridos... e está sempre a voltar para o mesmo!

Assim era, assim foi! (aqui) Fica dessa época a memória de Rhapsody, o primeiro que lhe lembro, em torno das aventuras e desventuras com o violinista Paul Bronte que até em Lisbôa (aqui) deu um concerto.




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