7 de março de 2011

ASSALTO À MÃO ARMADA!

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Armida, ultrajada, traída pelo seu dileto amante, irada, esbaforindo encómios entre gritos dilacerados pela dor do abandono, entre uivos e maldições, voa no seu carro alado de dragões fumegantes, prenúncio de  maior desgraça, a ecológica, metamorfose do errar humano, das verborreias que nos nossos luzentes dias encobrem e enublam de negro o mundo de enganos e confusões. Se a sua arte, a pagã magia que a Circe ou Medeia fez fama, não lhe foi forte, que dizer do rol de expectativas apregoadas na verdade catolicizada pelas classes que governam e submetem e vergam a alegria à dura cruz das leis escravizadas pelo poder e cobiça do argent e da mania em querer, diz-se mandar... onde não há ouro ou prata há alquimistas, fazedores, sombras de má indole, parasitas e traidores e ainda portadores de desgraças suavizadas por tormentos: aquelas que se agarram, dilaceram e destroem.

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"Governo vai ter de prestar contas", diz Jerónimo de Sousa , Os mais novos do mais velho partido português , Redes sociais são combustível para a infedilidade? 

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