27 de julho de 2010

CÚMULO DA SOFREGUIDÃO II

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Nos últimos dias, dois para ser mais concreto, descobri os prazeres do álcool como algo quotidiano. Hic... Passei de abafados para umas grappas italianas que por ali guardo como resquícios de uma vagabundagem à grande e à francesa por esse adorável país!

Serei eu um alcoólico?
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24 de julho de 2010

CÚMULO DA SOFREGUIDÃO

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Há pouco bebi um copinho de abafado... agora estou bêbado! hic...
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22 de julho de 2010

AO SOM DE UM NOCTURNO DE CHOPIN

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Na noite que antecedeu o dia de ontem, nas descansadas horas do serão, enquanto milhares de portugueses vislumbraram avidamente o quotidiano rol de monótonas novelas de idioma português, despercebidamente na terra dos royais ingleses, sobre o firmamento Londrino, fez-se silêncio imperioso para ao piano se ouvir Maria João Pires. Toucou-se Chopin... ouviram-se os Nocturnos.


Passados catorze anos, tempo percorrido desde a saída dos Nocturnos até à actualidade, que esta pianista portuguesa até então conhecida e reconhecida mundialmente pelo seu delicado Mozart, se reputaria como a mais aclamada e preferida intérprete destas ternas e meladas pérolas Chopanianas. Não é exagero aqui defende-la como tal, sobretudo quando o mundo já a distinguiu assim permitindo-a de entrar em suas casas repetitivamente como uma ecoante obra de arte de mobilidade decorativa. Alvíssaras uma vez mais a este Portugal pusilâmine em tais vénias de envergonhar pergaminhos e indiferente em abraçar os seus mais honrados filhos já que Maria João Pires sempre foi do mundo e não da casa, portanto rapariga emancipada de contornantes atenções em prol da dinastia desses desbragados mediáticos Rómulos e Remos, alarvões chupistas de proporções asfixiantes, actuais senhores da nossa mísera cultura.

Em súmula, sem mais minudências de perder a vista, para não alongar este post, concluindo assim com espírito positivo, resta dizer que a BBC na edição 2010 dos seus Proms, nessa hora transcendente de sons sublimes resplandecendo sobre a cúpula do Royal Albert Hall, consagrou a nossa Maria João Pires ao mundo não só como uma das mais distintas pianistas que já a sabemos, mas também como intérprete viva de excepção destas obras do Maestro Chopin ao escolhe-la para um concerto que celebra a efeméride dos 200 anos do seu nascimento.

Numa cortesia da BBC RADIO 3, para quem não ouviu mas o deveria ter feito com o mesmo dever pátrio de quem vê futebol, fica aqui o link do BBC iPlayer
que nos dá a escutar todo o concerto.



Maria João Pires

Frederic Chopin
Nocturne Op. 9, Nº2



20 de julho de 2010

POR MORRER UMA ANDORINHA...

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Sempre que chega o Verão, o Sol, raiando convites à alegria e ao sorriso, saúda as Andorinhas com o seu calor levando-as a esvoaçar pelos céus nos seus esguios fatos de cor-de-luto vestidos. A Andorinha, a ave migratória rainha dos céus na época de Estio, sem fazer espécie a sua congénere divina, a mãe do nosso Salvador, Maria, de tantos nomes e graças, arriba às nossas paragens logo que a Primavera se faz desabrochar no florescimento da natureza emergida em flor.

Com arte e gesta, em mil cuidados de extrema sabedoria pensados, elaboram os seus ninhos esculpidos pelos seus frágeis bicos de avezinhas com o húmido barro invernal das terras e as águas das pocinhas regadas pelas chuvas. A sombra dos beirados é o poiso predilecto para suster tão engenhosas casitas, onde se cumpre na firmeza do barro seco, antro onde se irá gerar o fruto do amor dos engraçados passarinhos, a ordem de procriar dada por Deus Nosso Senhor.

Ei-los, então, pois, no ninho, no recanto mais alto de
uma qualquer alva parede caiada pela mão do homem, enfeitadas de rubras sardinheiras adornando a bênção de um beato azulado painel de azulejos. É neste maravilhoso e humilde contexto que os sabemos entrelaçados no seu cantinho, Macho e Fêmea, pois no mundo não há mais bela e tão natural perfeita condição, acomodadas no conforto de palhinhas e penas, expressando-se em carinhosas bicadas, guardando-se em pudor dos olhares que passam, a conceber os seus pequenos filhinhos.

Assim que os pequenos ovinhos se fazem saber no ninho, ante o cumprimento da comadre Cegonha,
como recompensa de tão laboriosa jornada, o pai Andorinho lança-se pelos céus num giro de alegria, enquanto a sua fêmea, no mais cândido e vigilante propósito maternal, se acerca calorosamente transformando os ovos em crias.

Nascidos os pequenos passarinhos reina a felicidade nos ninhos.

As crias, alimentadas pelo bico da sua mãezinha, crescem vistosamente de dia para dia, por força de comensais iguarias que só a estas avezinhas agradam. Fortalecidas, eis o derradeiro momento... e basta! Assim, por adiante seguiria ainda num ritmado rosário de pérolas hipócritas de deprimentes metáforas continuadas deste mavioso exercício de escrita em tom Salazarento, de acordo com aqueles livros por onde os nossos pais fizeram a sua instrução primária. Caro leitor, sigo já exausto e com pouca paciência para continuar, mesmo que tal fosse do seu interesse. Hoje não é com agrado que escrevo e é com pesados ferros que vou espremendo o que vai saindo, diante a ameaça: ou paro ou fico mais 2 semanas sem escrever nada.

Hoje morreu uma Andorinha, é verdade!

Espectáculo funesto este! Que crueldade de lei universal tive de presenciar num mundo que se diz de tolerante abundância como este em que vivemos.

Como podem tais aves serem desprovidas do sentimento de reunião familiar quando muitas vezes se agrupam em bandos que se protegem hermeticamente. Como podem as mais sapientes aves que conhecemos de tão próximo alcance capazes de impressionar Doutos e Catedráticos,
encerrando na sua minúscula meninge conhecimentos exactos e perfeitos, vindos sabe-se lá de onde, que reúnem faculdades apuradas de arquitectura e engenharia, de leis da química e da física que dispõem na concepção da estrutura de um ninho, colhidos quem sabe nos beirados dos templos e nas pirâmides no antigo Egipto ou na telha vã que cobriram os sábios helénicos enquanto ensaiavam conhecimentos para permanecer ad aeternum, abandonar as suas criaturas à mercê das suas incapacidades.

Hoje, vi no chão, diante do pneu do meu carro, uma pobre cria abandonada. Tinha asas, mas não voava. Tinha medo, pois só e abandonada desconhecia aquilo que pressentia. Sensível, vi o pobre pássaro e encomendei a alguém de o tentar fazer voar... Se voou, ao mesmo local regressou para fazer-se ver já sem vida.
Perguntar-me-ía o meu caro leitor a razão de não a ter acolhido. Pois bem, sem conhecimentos de Ornitologia, sei de memória desde criança a sentença destes pobres e condicionados bichinhos que em dois ou três dias morreriam num canto da minha casa, apesar dos maiores e melhores cuidados, que de certo não seriam os mais adequados.

É cruel esta prova, tanto para o passarinho que já jaz ali na esquina do prédio em frente, à mercê da decomposição e do acto piedoso da varredora de ruas que só amanhã o levará como lixo municipal, como para mim, alma pura e sensível, incomodado por ter de presenciar tão negra sorte.

Antes de adormecer e assim esquecer este facto, ficarei na certeza que a ausência de colorido no vestir destas avezinhas que dalmatizam negramente os céus, será sentença pelo peso deste gesto tão bárbaro e de impiedoso sentir.

Morreu uma Andorinha!



News about:

Morreu o judoca Tiago Alves
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17 de julho de 2010

15 de julho de 2010

AINDA SOBRE CR7

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Dois comentadores anónimos, quem sabe a mesma pessoa, vieram aqui insultar-me no âmbito do post anterior. Como é óbvio, não vou publicar os seus comments dado o teor radical das expressões usadas. Advirto-os com esta nota, como a todos que se acerquem de tal ímpeto, que não publico violência verbal gratuita e despropositada ao meu alter-ego, à minha pessoa, ao meu blog e a terceiros sem que a mesma esteja relacionada e seja fundamentada no contexto das dissertações aqui publicadas. Tal como acuso, também defendo e protejo, e como me exponho em tais propósitos também tenho o dever de aceitar a critica, mas a critica não verborreias da trampa.

Assim caros Anónimos, que se escondem para dar azo à perversidade e à demência, não dando para isso cara, nome, perfil ou blog, e que creio reincidentes na prevaricação, escrevam para aí até caírem para o lado de tantos calos nos dedos e até que a desidratação da radiação do vosso PC vos queime a meninge e o sistema binário e primário que vos impele a escrever tais pérolas. Palavreado e frases do teor que me enviaram não tem expressão nem visibilidade por aqui. Há formas inteligentes de o fazer e de o dizer escrevendo. Puxem pelo vosso córtex para não serem redundantemente vulgares e ordinários, se é que o vosso, tal como o vosso intelecto, é inteligentemente maleável. Aqui a linguagem de andaime e o gesto de atirar pedras por atirar não têm lugar. Refinem-se, portanto!

A propósito, já dizia a Paris Hilton que o moço é frouxo e como não inventei nada, resta-me acrescentar cada um é como cada qual e cada qual igual a si mesmo. Só não vê a verdade e o que é óbvio quem dela recusa o seu poder redentor.

Por fim, bem hajam pela vossa presença, mas esta será sempre invisível pela vossa mentecaptacidade e falta de modos.

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14 de julho de 2010

O NOVO MODO DE FAZER BEBÉS!

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Foi com surpresa e maior espanto que neste regresso à ribalta do quotidiano, no alheamento da sua azáfama ao qual me devotei para melhor diligenciar as minha obrigações, tomei entretanto conhecimento de um ou outro assunto que nos vamos por aqui a deixar uma impressão. Resumindo, por assim dizer, no dia que Portugal se deixou vencer pela Espanha - fatídico dia em que um incêndio levou a tal bela janela, ameaçando a boa ordem dos nossos trabalhos, numa maré de azares que nos foram boicotando a normalidade da nossa jornada até ao último minuto (mesmo o último, aquele em que por fim as luzes se apagaram antes da madrugada de pretas e ucranianas do Cacém, quais baratas em busca de detritos e agentes da reposição da mais antiga ordem no desaparecimento de vestígios de efémeras passagens, viessem varrer o pó deixado na passagem deste nosso circo louco e delirante) -, que mergulhei de apneia num oceano de esquecimento para melhor me concentrar na desorganização que a partir daí reinou como uma desbragada e temperamental Histrionica Domina Imperatrix Mundi, ao sabor do lado em que bate o vento.

Bem, acabado o joguinho das vuvuzelas para Portugal, que de bom tom perdemos em conformidade com os novos tempos para sem azedumes continuarmos em paz a dispender da cordial arrogância e ditadura da globalização vinda de além fronteiras, como deste nosso mais próximo vizinho que uma vez mais ganhou o mundo, desta pela força do jogo-da-bola! Pobretes mas alegretes, com uma consoladora e foliã medalha de cortiça sarapintada, eis-nos, é certo, mas sem aquele estigma do Teixeira de Pascoais que já ninguém sublima, felizmente para todos nós para que os nossos dentes não nos caiam de podres.

Mas, caro leitor, vamos ao que interessa:

CR7, ou seja, CR, o futebolista, fez um filho sem se encostar, roçar e fornicar num pele a pele uma fêmea reprodutora! É quase metafísico e uma estrela poderia ter passarinhado no céu. Mas não, nada disso aconteceu e na realidade provou-se que temos homem (o que faz o dinheiro). Macho, até, de condão chauvinista na medida em que usa e despreza o bel sexo como as descartáveis fraldas do seu recém-nascido - uma barriga de aluguer para gestar uma criança e modelos e manequins, que de certo, também alugadas a termo certo, na prestação de serviços pagas a troco de recibos verdes, para lhe fazerem companhia nas piscinas de N. York e nos Iates que se deixam fotografar em pictures que dão 7 voltas ao globo no espaço de micro segundos para convencer o mundo de alguma coisa de que não percebemos muito bem o quê. Assim sendo, e como português moralista que sou, ainda que falso, digo: CR, mas o que vem a ser isto? Não gosto de dar conselhos, mas hoje vou abrir uma excepção. Ei-lo! CR com a sua licença, deixo-lhe aqui esta mensagem: a vida não é só relvados, estádios e milhões de euros a comprar tudo. Aprenda isto depressa para não repetir erros, uma vez que sobre o que fez nada há mais a fazer, nem dá para emendar, uma vez que o Júnior irá viver sempre com o
complexado estigma e o espectro de um pai saudável pelo que parece só pela habilidade para dar uns chutos numa bola já que a vocação para agarrar as ancas de uma mulher, se assemelha de fraca, fracota! Rapazola, aprenda para felicidade dos seus meninos: os bebés não se fazem com dinheiro numa clínica como quem espera que eles venham de avião da França, nem muito menos se onananizam para um tubo. Um bebé, caro CR, passando a expressão, ejacula-se no tal sagrado recipiente feminino concebido com graça pela Divina Providência para esse efeito, para uso de machos viris ou de homens interessados, com o frenetismo e o anseio de um forte nirvana da planta dos pés à ponta dos cabelos galgado depois como um calafrio pela espinal medula abaixo aspergindo-se como uma torrente de chuva de uma forte monção de Verão.

Afinal onde está o homem?

Não c'e! E o que se vê: um puto mariquinhas menos chorão do que já foi, agora com ares de arrogante, perdulário dos seus MILHÕES, deixando-se fotografar ao lado de MULHERÕES sem qualquer empatia e simbiótica cumplicidade pelo objecto feminino... Basta, cada um que depreenda aquilo que achar! Não me compete ajuizar nada.

Em resumo e finalizando esta publicação viperina, CR, o futebolista, percebe imenso de chutos na bola (sem marcar grandes golos) mas de bebés: "tá quieto ó preto"! Rapaz da Bola, não tem importância que não seja um macho viril - pode ser o que quiser entre o normal, o débil ou até mesmo o impotente - mas encoste-se e sinta a efervescência carnal do sangue alheio a chamar por si!


News about:

Cristiano participa em campanha... de borla
, Cristiano Ronaldo no Algarve: "Deixem-me desfrutar" ,
Selecção dá trambolhão de cinco lugares no ranking FIFA , Federação Portuguesa pela Vida exige revisão "urgente" da lei do aborto , Queiroz espera novo prémio: a decisão final de CR sobre braçadeira
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12 de julho de 2010

BACK!

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Caro leitor: Ciao, good evening, ça va bien?

Espero que a (re) descoberta de tantas horas aqui materializadas em linhas, fotos, desenhos e afins tenham sido do vosso maior e agrado. Para mim foram, acreditem. Escrever cada post do passado, mas do passado remoto desta existência, foi um pedaço de mim exposto no meu estado mais puro. Razão pela qual optei por me chamar de Bartolomeu. Já tirei os óculos e um pouco me descobri, é certo, mas este nome de Santo ao qual já me habituei, perdurará como a minha mais fiel identidade já que por ela nada escondo ao mundo. Por isso, hoje escrever tais pérolas gotosas de fé não fariam nenhum sentido nalgumas dessas reuniões de palavras e de ideias que tanto zelei. O primeiro Santos & Santinhos era dedicado às beatitudes assemelhando-se a uma certa necessidade de fanatismo religioso interior, revivalista de uma infância e adolescência beata. Se na altura brincava aos altares, aos santos e às procissões - recrutando viva-almas da minha idade para acolitarem este galopante delírio que tal como incenso pretendia raiar os céus para com ingenuidade infantil agradar e obter dele o favor e a protecção divina - o aparecimento deste blog não foi mais que o retomar e o remontar de tais altares e recrutar um espectro muito mais alargado daquele que fiz antes da puberdade, e que aqui, mais do que companhia para brincadeiras (as minhas brincadeiras) serviram para ajudar a exorcizar medos e fobias das incertezas do amanhã. É verdade, caro leitor, aceite aquilo que está a pensar, neste sítio de tanto cá vir comungar desta prosápia de textos, tornou-se uma vítima dessa minha condição. Imagine-se agora um dos tais meninos e meninas, segundo a sua preferência, que fazia sentar numa Capela improvisada num canto do Quintal ou da Garagem a dizer Ámen nas Missas que organizava, prestando-se a dado momento, segundo o ritual, abrindo a boca para a comer das minhas mãos bolachas como hóstias, como garantia que as tais procissões não entravam em debanda e que passavam do portão lá de casa, para dar umas voltinhas pela rua.

Portanto, desse grito exasperante, assim como do homónimo distorcido de Munge, já se perdeu a feição e do eco ficaram as palavras que de certo leram e estimaram. Caro leitor, não acalente tal regresso, pois, caro leitor saudosista, seria desejar-me más coisas, sobretudo o retrocesso a um estádio que já não desejo. Hoje, nesta nova puberdade os interesses uma vez mais apontam para outros sentidos: Mundanices, politiquices, fanfarronices, putanhices e outros ices que tais... em que manter o vigor para as enfrentar a todas formas e feitios é a minha única preocupação.

Agora para si, caro leitor afoito-à-necessidade-de-fatalidades-e-afins lamento informar que nunca foi minha intenção de fechar o blog. Se bem que por uma questão de higiene mental, um espaço com dada personalidade hermética significante de um ente ou um alter ego ocupante de um espaço em que a necessidade de viver é tão grande quanto a de morrer, quando mais não se justifica, será sempre sempre mais salubre existir noutro espaço. Porém, não! Assumido que sou na minha personalidade activa, capaz de sofrer mutações numa existência de work in progress, para combater a mediocridade do menos bom ao aceitável, declaro que com todo o sofrimento de um up-grade este espaço perdurará em regime perpétuo com a esquizofrenia habitual.

Ainda noticiando os meus conflitos pessoais expressos, comunico-lhe, caro leitor, que não só entrei numa Licenciatura como entrei com a melhor nota e por conseguinte em primeiro lugar. É verdade que me entristeceu a minha incapacidade de não ter conseguido melhor nas provas que prestei, nem estar à altura das minhas capacidades. O meu habitual pessimismo, desta em tom melo-dramático, ocupou-se, por causa das minhas manias, de me reconfortar até ao momento em que a acérrima verdade foi revelada nas pautas.

Por fim: é tão difícil trabalhar com mentecaptos arvorados a licenciandos e mestrandos da minha área de trabalho. Exasperei! Fui castigado com horas perdidas a refazer o que fiz com mestria e garbo, pela incapacidade de quem só sabia dizer que era professor universitário, como se isso lhe valesse ali de muito, acrescentando que o que estava à sua guarda desaparecera misteriosamente. Os tomates-do-Padre-Inácio para esse Senhor, bah! Malgrado tantos conhecimentos e diplomas não sabe... não sabe numa leitura identificar algo que será equivalente como na linguagem visual de uma trivial costureira diplomada em corte-e-costura, já que se tratam de instrumentos do seu metier, a distinguir um alfinete-de-cabeça de um alfinete-de-dama. Basta, já fui má pessoa o suficiente a exorcizar por todo lado, a quem ouvidos me deu, este Diabo que não mereço e que vou ter de aturar no futuro... mais, que aparentemente se quer ocupar das minhas funções!
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1 de julho de 2010

NEWS

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Caro leitor, ando sobrecarregado de trabalho. De modo que enquanto não vem um novo post, sugiro a leitura dos meus 797 post. Para quem já leu, uma re-leitura nunca é demais e uma vez que todos os textos são susceptíveis a comentários, no desejo de um bom entretenimento, fico a aguardar as vossas impressões.

Até já!

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