27 de abril de 2010

TARDES...

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(c) Santos&Santinhos

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No Chiado...
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Sentado se vê
Sentado se é visto

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8 comentários:

luis tavares disse...

«Ó sino da minha aldeia...»

R A U L disse...

Esse café é óptimo, bela escolha para passar uma tarde quente de Primavera!

polittikus disse...

Gosto do Chiado, gosto de beber um café na espelanada da Brasileira. Nãom gosto de pagar 2€ por um café... hehehe

Bartolomeu disse...

Ó sino da minha aldeia...

Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro de minh'alma.

E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.

Por mais que me tanjas perto
Quando passo, passo errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.

Bem haja Luís, por este momento.

Abraço

Bartolomeu disse...

Caro Raúl,

na sombra destas árvores, o sol se afresca pela sombra e no borbulhar de uma gasosa se esquece que se está na cidade.

Obrigado pelo comment.

Abraço

Bartolomeu disse...

Pollitikus,

a brasileira é só um dos muitos cantos do Chiado e cada um deles traduz um olhar e um encantamento diverso.

Obrigado, pela simpatia.

Abraço


PS - O Café no CNC e na Benard são mais baratos. lol

luis tavares disse...

Pois, Bartolomeu, lembrou-me logo a Igreja dos Mártires, onde toca o tal sino da aldeia...E também este poema dito pelo Vilaret.

Abraço

Bartolomeu disse...

@Luis:

ao reler o poema, analogamente, lembrei-me que foi por aquela torre, de onde ainda ecoam altaneiros bronzes, que o poeta se habituou desde o berço a reconhecer o tanger metálico de tão imperioso objecto.

É na realidade esta praça, e tudo o que esta vista alcança, a sua aldeia natal tão semelhante a tantas outras por esse país fora de norte a sul.

Abraço

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