4 de março de 2010

RESTOS DE UM POEMA QUE TAMBÉM É UMA CANÇÃO

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Lá longe,
Ao cair da tarde
Como a saudade
Se esvai ao sol poente.
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Como canção dolente
D'uma mocidade.
Lá longe
Ao cair da tarde.
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Fernando Carvalho
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2 comentários:

Clayton Ferreira disse...

Simples, saudosista e inspirador. (Risos)

Bartolomeu disse...

Olá Clayton,

parte de um poema que deu um Fado que se canta!

Obrigado pelo seu comment.

Abraço

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