12 de novembro de 2009

UM MOTO PERPETUO EXISTÊNCIAL "A PROPOS" DE CAIM



"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

"Como podes acreditar nas pessoas, se elas estão sempre a falhar, tem que haver algo Divino"

"Como podes acreditar no Divino, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo presente"

"Como podes acreditar no dito presente, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo concreto"

"Como podes acreditar no concreto, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo racional"

"Como podes acreditar em algo racional, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo humano"

"Como podes acreditar no humano, se ele está sempre a falhar, tem de haver algo das pessoas"

etc, etc, etc...


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