7 de outubro de 2009

A TEMPESTADE DE ONTEM


PRÓLOGO
A UMAS QUADRAS MAGNÍFICAS DE METEREM DÓ:



Chama-se Grace
E ainda por aí ao ataque...

Ao largo dos Açores formou-se
E os States, com ganas alla tropical,
Em feroz velocidade grassa, grassa no que já grassou!

Ontem, piscou-nos o olho
E com ares de graça
Se fez ver e nos falou.


RIMAS MAGNIFICENTES SEM GRAÇA QUE ESTUPIDIFICANDO IMOVÍVEIS PEDRINHAS DA CALÇADA, CONSEGUEM ATRAIR RÃZINHAS "PIQUENAS".

ORA LEIAM:

Draconiana tempestade atravessei sem medo
De ameaçadora luz e rasgados sons infernais
É verdade que era um belo e pueril espectáculo.
Este rugir e cantar do ruidoso Éter.

Porém... melhor e manifesto espectáculo no chão molhado se encenava
E como testemunho desta verdade - eccolo quà:

Do antigo Egipto certa praga apareceu.
Com dois riscos impiedosos nela deslizei - Blhák!
Pela verdade do meu sonoro e luminoso Cavalo
Que pressa, a casa tinha de chegar.

Ora toma menina Grace...
Este é o séc. XXI e levaste com a minha máquina.


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