29 de outubro de 2009

26 de outubro de 2009

MORE THAN WORDS




Uma "cançoneta" que adoro para alguém que partiu hoje...

R.I.P. Casca

Sayonara



REGRESSO PELA COSTA VICENTINA





24 de outubro de 2009

SEM SENTIMENTALISMOS... UN CLICHE, ENQUANTO SE FAZEM AS MALAS QUE NÃO SE FAZEM A ELAS PRÓPRIAS!



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BYE BYE ALGARVE... SEE YOU IN THE NEXT YEAR




The sun is shinning
The sand glows
everythings is lovelly
But, the summer is gone, and
The shadows arrived
Eating the pleasures and the golden hours in seconds!

It's tyme goes bye...


21 de outubro de 2009

A TEMPESTADE - UMA VEZ DESVANECIDA PELO TRIUNFANTE SOL




E tudo voltou ao normal!


A TEMPESTADE - A BONANÇA










Posto o temporal, os ditos que se abrigaram da chuva seguem o seu caminho... o atleta, o velho e o cão - que afagado pelo velho "Bife inglês" se transformou num órfão rapaz-algarvio-com-boné-na-cabeça, e agora o acompanha para o Hotel, como um fiel e inseparável amigo, até que o english rich old-man apanhe um avião de volta para a terra dos seus Royais!



TEMPESTADE - A BORRASCA




Se fosse nos trópicos, nos verdadeiros trópicos, teria sido uma Monção valente e agora não havia cá reportagem nenhuma!... assim, e porque assim e de outra maneira NUNCA, o Algarve é bem "tuga" - odeio esta palavra, mas é a que melhor serve para a intenção que aqui quero registar.
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A TEMPESTADE - O SOM DO VENTO E DA CHUVA



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A TEMPESTADE - OS PRIMEIROS PINGOS

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Uf, uf, uf...
Ai, ai, ai...
Caim, caim, caim....

(assim se ouvia in moto perpetuo)
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A TEMPESTADE - O CÉU QUE SE FAZ NEGRO

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20 de outubro de 2009

SARAMAGO A LER




Depois de 24 km para chegar à Fnac mais próxima!

18 de outubro de 2009

MON COUER S'OUVRE À TA VOIX


Uma ária num pôr-do-sol de Domingo no calor dos últimos raios de sol antes do lusco-fusco crepuscular.


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VENDO O SOL PARTINDO NO AINDA QUENTE ALGARVE







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CURIOSIDADES DO ALGARVE


Na falta de um precioso El Corte Inglês - sendo que o mais próximo fica em Huelva, Espanha - ou de um CorteFiel - na Guia - em Portimão toma-se a seguinte opção de entretenimento, para vários pares de horas bem passadas (se conseguirem):




Eu estive lá e perdi-me... de riso, está claro!
E esta, hein!!!



15 de outubro de 2009

12 de outubro de 2009

8 de outubro de 2009

MADAMA BUTTERFLY - PUCCINI







CAE - CENTRO DE ARTES E ESPECTÁCULOS
DA FIGUEIRA DA FOZ


10 Outubro 2009
21h30m

Cio-cio-san

Ana Ester Neves

Pinkerton
Pedro Chaves

Sharpless

José Corvelo

Susuky

Larissa Shavchenko

Goro
Samuel Vieira

Zio Bonzo
João de Oliveira

Principe Yamadori
Jorge Martins

Imperial Commissario

Luís Pereira

Kate Pinkerton
Maria João Morais


Direcção Musical
Giovanni Andreolli

Encenação
António Pires



OP - COMPANHIA PORTUGUESA DE ÓPERA


7 de outubro de 2009

A TEMPESTADE DE ONTEM


PRÓLOGO
A UMAS QUADRAS MAGNÍFICAS DE METEREM DÓ:



Chama-se Grace
E ainda por aí ao ataque...

Ao largo dos Açores formou-se
E os States, com ganas alla tropical,
Em feroz velocidade grassa, grassa no que já grassou!

Ontem, piscou-nos o olho
E com ares de graça
Se fez ver e nos falou.


RIMAS MAGNIFICENTES SEM GRAÇA QUE ESTUPIDIFICANDO IMOVÍVEIS PEDRINHAS DA CALÇADA, CONSEGUEM ATRAIR RÃZINHAS "PIQUENAS".

ORA LEIAM:

Draconiana tempestade atravessei sem medo
De ameaçadora luz e rasgados sons infernais
É verdade que era um belo e pueril espectáculo.
Este rugir e cantar do ruidoso Éter.

Porém... melhor e manifesto espectáculo no chão molhado se encenava
E como testemunho desta verdade - eccolo quà:

Do antigo Egipto certa praga apareceu.
Com dois riscos impiedosos nela deslizei - Blhák!
Pela verdade do meu sonoro e luminoso Cavalo
Que pressa, a casa tinha de chegar.

Ora toma menina Grace...
Este é o séc. XXI e levaste com a minha máquina.


6 de outubro de 2009

O DIA DE HOJE




Ontem a Republica, hoje Amália... Uma mulher, que em jeito de verdade, o iluminismo consagraria como uma heroína - do nada ao tudo, de vendedora de laranjas ao maior ícone musical português do séc XX português.

Brava Amália!!!!
És motivo de orgulho nacional...


(pena que não hajam mais como tu!)


O DIA DE ONTEM




Sendo hoje dia 6 de Outubro, faço em jeito póstumo o assinalamento póstumo à comemoração do dia da Républica portuguesa. Não comemorei nem saí à rua como um folião dessa convicção. Não é uma data popular nem move a massa popular como um 1º de Dezembro - data com a qual tenho uma enorme afinidade e me sinto patriota e orgulhoso de ser português.

Ontem trabalhei. Trabalhei que nem um escravo negro 10 horas seguidas, com uma refrescante pausa ao crepúsculo, para deleite de todos os meus sentidos, em jeito de corrupção de alguns pecados mortais... - ora, bolas para os pecados mortais, castradores do bem estar e harmonia espiritual. Evoco pois as paixões descomplexadas narradas por Bocacccio nos Contos de Canterbury, no qual homem o mais intrínseco observante da moral religiosa, depois de visitado pelo falecido luxuriante irmão, sai à rua para fornicar...

Pois bem, em dia de Républica trabalhei e num quarto com vista sobre a cidade forniquei, borrifando-me para a efeméride. Antes assim, do que que compactuar com quem tudo tira e nada dá... pois o trabalho sai-nos do corpo, e do fruto dele o ordenado.

Alguma coisa contra?


4 de outubro de 2009

3 de outubro de 2009

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