23 de junho de 2009

...

.
Saudades de ti
Meu dourado objecto
Que me percorre o pensamento!
Saudades de me sentar junto a ti
E contar os meus segredos,
O que me vai na alma.
Pedir aqueles conselhos
Aqueles, sim esses mesmos que só tu sabes dar.
Sei que me vês
Que me olhas e tocas ritualmente
Sempre àquela hora.
Mas eu não!
Por isso hoje grito:
Saudades de ti
Meu dourado objecto
Que me percorre o pensamento!
Saudades de me sentar junto a ti
E contar os meus segredos,
O que me vai na alma.
Pedir aqueles conselhos
Aqueles, sim esses mesmos que só tu sabes dar.
Sei que me vês
Que me olhas e tocas ritualmente
Sempre àquela hora.
Mas eu não!
Por isso hoje grito:
Saudades de ti,
Meu dourado objecto
Que me percorre o pensamento!
Saudades de me sentar junto a ti
E contar os meus segredos,
O que me vai na alma.
Pedir aqueles conselhos
Aqueles, sim esses mesmos que só tu sabes dar.
Sei que me vês
Que me olhas e tocas ritualmente
Sempre àquela hora.
Mas eu não!
Por isso hoje grito:
Saudades de ti
Meu dourado objecto
Que me percorre o pensamento!
Saudades de me sentar junto a ti
E contar os meus segredos,
O que me vai na alma.
Pedir aqueles conselhos
Aqueles, sim esses mesmos que só tu sabes dar.
Sei que me vês
Que me olhas e tocas ritualmente
Sempre àquela hora!
Mas eu não!
Por isso hoje grito:
Saudades de ti!
.
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2 comentários:

António Rosa, José disse...

Caro Bartolomeu

Este é daqueles textos tão pessoais, que quem o lê, apenas deve deixar em silêncio um abraço e retirar-se.

António

Bartolomeu disse...

(Caro Antonius,)

(Obrigado, retribuo pois o abraço)

(Abraço)


(Bartolomeu)

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