31 de janeiro de 2009

A PROPOS... NOBLESSE OBLIGE: - HMM!




"Oinc, oinc..."


GRADUS AT PARNASSUS


Esta noite, entre rebaldarias e confusão,
Perplexo, um bailado
"in love" avistei,
Assaz meritório de referência e distinção.



Alvissaras ao feio e caricato par qu'a todos causou admiração!
Sinceros eram os gestos, quase puros, mas não castos nem singelos,
Que em mentes descreditas revigoraram, pasmadas, com tal contemplação.



Amantes para os quais o mundo não existia, não!
Esquecidos, em largos e ondulantes e gestos, dançando em feição tribal
Aborreciam a Roriz e o Astaire, que para tanto... não têm perfeição.




Não eram Pedro e Inês, Romeu e Julieta ou Teresa e Simão.
Eram um par banal. Feios... (e porque não porcos e maus)
Que por magia se transcendiam
em tal beleza, simetria e fusão.


Nos rostos a alegria! Sorrisos de alma e coração.
Céu acima... (sim, sim!) lá ascenderam eles
Pois de estrelinhas brilharam, só, por este momento de então!



~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Apóstatas do amor:
- Ele ainda vive e existe!

(Eu vi!)


26 de janeiro de 2009

O NUMERO DO MAL... MEDO!




Há 2 dias o numero de visitantes do blog foi 666.
O numero do mal, segundo dizem... Medo!

E quem passava ao lado da casa dos visitantes nesse momento?





O menino Ratzinger!
Medo! Medo! Medo!


24 de janeiro de 2009

22 de janeiro de 2009

CIMEIRA IBERICA OU OS DISPARATES DE SOCRATES!





José Socrates - the portuguese Prime-minister - que para nós dispensa apresentações , demonstra parecer estar alheado da verdadeira realidade nacional (das suas verdadeiras e primordiais necessidades, para a supressão de carências, ou na conferencia da nossa dignidade pessoal individual, para nem sequer falar da nossa identidade colectiva).

Ora vejamos: Na cimeira Ibérica, tema dos noticiários de hoje, afirmou em certo discurso:



"- Eu não serei mais um primeiro-ministro que contribuirá para o atraso do meu país /.../"


Bonito de ouvir, sim senhor!

Mas estará verdadeiramente convicto disso?

Na realidade no que estaria ele a pensar ou falar?

Se for no TGV faz sentido - apesar da megalomania desnecessária do projecto estendido a outras áreas nacionais, que não Lisboa.

Porém... ciente então destas suas palavras, como é seu hábito, no seu estilo arrogante, como era o seu predecessor Guterres, e
malgré o que afirmou, assinou um protocolo com o Governo Espanhol o qual permite que habitantes de localidades fronteiriças beneficiem dos Hospitais espanhóis - quando sabemos que anda a fechar os Postos e Centros de Saúde em função de unidades centrais - maiores que as primeiras, mas de pouco recursos humanos - que se mostram precárias de todos os recursos ao bom e total atendimento, sem esquecer as longas filas de esperas e a especulação destas nos hospitais/clínicas particulares deste país.

Depois queixam-se das idas a Cuba, para as cataratas... quando com este acto o Prime-minister admite que realmente não há condições!

O que é isto então Sr. Primeiro-ministro, afinal quem é que diz falácias?



O MAPA PENINSULAR PÓS-CIMEIRA

No país das supressões, parece que para além de criar novas Olivenças
está a dar ainda mais avanços aos espanhóis, está sr. Primeiro-ministro?

Ai se o Beato Nuno de Santa Maria sabe!


21 de janeiro de 2009

QUIZZ SHOW!




Quem é esta doce criança?
Who is this sweet child?

Pista: Caso de sucesso profissional!


O "MART' SANTE"



Mart'Sante de V.P.


Não, não é de origem francesa e também não é um galicismo. Trata-se apenas da degeneração da palavra de MARTIR SANTO, feita pelos locais.

São Sebastião era sempre como se chamavam os outros Santinhos dos arredores. Mart'Sante era como Bartolomeu o conhecia e o sempre ouvira chamar, na realidade era como a avó o chamava, tal como todos os outros locais. A sua popularidade era tanta que certo serralheiro local tinha a alcunha de Mart'Sante. O São Sebastião, segundo achava, era uma outra entidade. Entidades de outras Igrejas, só mais tarde compreendidas e explicadas.

Teve por aqui uma festa, que acontecia anualmente nesta data. Sortudo era por ter a sua própria procissão, acompanhada pelo seu orago São Bartolomeu (os dois santos que preenchem os nichos do altar-mor da sua Igreja), e perfilando depois em Agosto a procissão da N. Sr. da Graça.


SÃO SEBASTIÃO, MÁRTIR



Gregório Lopes

Mártir cristão, nascido segundo alguns em Milão, cidade de sua mãe, e segundo outros em Narbona, terra natal de seu pai, São Sebastião passou a maior parte de sua vida em Roma. Servindo o imperador Diocleciano, Sebastião era um soldado do exército romano mas também um cristão que procurava divulgar a sua fé. Numa altura em que os cristãos eram perseguidos, acabou por ser denunciado e preso pelas tropas romanas.

O imperador Diocleciano tentou levar Sebastião a renunciar à fé cristã. Mas os seus esforços foram em vão e o jovem soldado foi condenado à morte. Sebastião foi amarrado a uma árvore e vários arqueiros atiraram sobre si. Crivado de flechas, São Sebastião foi encontrado por Irene, uma cristã, que, ao retirá-lo da árvore onde seus algozes o haviam amarrado, verificou que o mártir ainda estava vivo. A mulher levou-o para sua casa, onde Sebastião se restabeleceu em poucos dias.

Uma vez restabelecido e apesar das súplicas dos cristãos, São Sebastião decidiu apresentar-se ao imperador para cumprir a sua pena. Diocleciano não hesitou e ordenou que o mártir fosse açoitado até morrer. Cumprida a sentença, o cadáver de São Sebastião foi atirado na cloaca de Roma, onde, uma vez mais, seria descoberto por uma mulher. Desta feita, tratava-se de Lucina, a quem o santo apareceu em sonho, pedindo que o sepultasse nas catacumbas, ao lado dos apóstolos.

Próximo de sepultura de São Sebastião, junto à Via Ápia em Roma, foi posteriormente construída uma basílica em sua honra. Durante a Idade Média, este templo tornou-se num centro popular de devoção e peregrinações.

Invocado como protector contra a peste, a guerra e a fome.


SÃO SEBASTIÃO




São Sebastião, Mártir
20 Janeiro



ENQUANTO ISSO... NO PORTO:




O mau-tempo português.

Hoje na foz do Douro, na Invicta, foi visto no céu a formação de um tornado que ficou conhecido como o mini-tornado do Porto.

Será que os tripeiros deram por isso?
Ter-se-íam os invictos amedrontado?

Ora, estamos em crer que não. E porquê? Porque o Porto vive ainda aterrorizado e parte de Portugal ainda não esqueceu - sendo que a grande maioria nem soube, apesar dos esforços continuados da Caras, Vip, Nova Gente e afins!

Na realidade, os Invictos ainda estão refeitos do verdadeiro tornado que avassalou a cidade em Setembro passado. Para eles, este hoje foi apenas um ventinho afigurado - ao que se dizia hoje de boca-em-boca:

"Antes Tornado que Retornado..."

A foto do verdadeiro Tornado:





"El vento uivante"


HOMEM OU SANTO?





O Homem em que o mundo hoje deposita
a sua fé, esperanças e orações.

Um verdadeiro Líder Ecuménico
.


20 de janeiro de 2009

O HOMEM DO DIA









D. MARIA DA GLORIA "A VALIOSA"




A gloriosa riqueza de D. Maria da Glória,
Rainha de Portugal

versus




A recessiva pobreza do não sei o quê,
algures na Europa



SANTO ANTONIO OU A NOTA DE 20 ESCUDOS!




A gorjeta de um prato de arroz-doce!


19 de janeiro de 2009

QUIZZ SHOW!




Que Monumento é este?


REALEZAS



Princesa Gloria Thurn und Taxis e Princesa Alessandra Borghese

"The one who's not afraid of death, dies only once"

By Giovanni Falcone

...........................

"In the world there are three kinds of princesses: Princesses by birth, Princesses by marriage and Princesses of Monaco"

By Olghina di Robilant


18 de janeiro de 2009

UM PASSEIO POR MECA...














BASÍLICA DE SANTA QUITÉRIA DE MECA
- Alenquer -


O PULPITO DA PROCLAMAÇÃO




Terras de N. Srª da Graça.

Ruas que viram o pequeno Bartolomeu correr de cima a baixo


17 de janeiro de 2009

"PARA UMA HISTÓRIA DOS SANTUÁRIOS PORTUGUESES"


"[...] Os ecos das aparições marianas em França (Rua do Bac, La Salette e Lourdes), as notícias das peregrinações massivas que lhes sucederam, contribuíram para o aumento do fascínio do culto da Virgem em Portugal e para o revigoramento dos seus principais santuários. Cada vez mais, a élite católica nacional rendia-se aos encantos do modelo cultual que vinha de Lourdes, onde se salientava uma espiritualidade penitencial e sacramental de revigoramento dos fiéis. As suas peregrinações distanciavam-se do desregramento e do predomínio de actividades profanas que caracterizavam as "festas-romaria" portuguesas.

As primeiras tentativas para implementar o novo modelo no santuário do Sameiro parecem ter decorrido em 1876. Segundo o relato de um jornal católico da época "alli não havia arraial nem a illuminação vistosa, nem tão pouco se ouvia o entoar dos morteiros, e o tanger das violas e dos tambores, que costumam annunciar as festas do nosso Minho ... mas, em troca, viam-se centos de pessoas acercando-se dos confessionarios e depois chegarem à mesa sancta da Comunhão cheias de fervor e respeito. Alli não se viram as dansas, nem se ouviram as cantigas ..., mas via-se uma devota peregrinação e ouviam-se canticos fervorosos dos piedosos peregrinos" (COUTINHO - Como nasceu, p. 318).

A dificuldade em manter este tipo de comportamento religioso, de forma perdurável, levou a que muitas vezes não fosse possível muito mais do que canalizar a imitação das novas peregrinações francesas para aspectos exteriores da estrutura dos santuários.

No santuário dos Remédios de Lamego armava-se uma gruta em cortiça representando a de Massabielle, com as figuras da pastorinha Bernardette e de Nossa Senhora de Lourdes. Na gruta da Penha (Guimarães), era inaugurada, em 1892, a imagem desta Senhora, passando o santuário a ter a sua invocação. A peregrinação do ano seguinte era protagonizada pelas várias associações e congregações religiosas da cidade vimaranense.

Outras vezes, o fascínio pelos santuários franceses conduzia ao aparecimento de novos locais de culto sob alguma das suas invocações. Em 1880, perto de Oliveira de Azeméis, no Monte dos Crastos, era inaugurada a capela de Nossa Senhora de La Salette e entronizada a sua imagem, facto que trouxe cerca de 15 a 20 mil devotos ao local. Note-se que a introdução do caminho de ferro em Portugal tinha permitido alargar o número de visitantes de alguns santuários. Em 1876, já era possível, por meio do comboio, visitar os centros de peregrinação nortenhos situados nas redondezas de Braga e do Porto. Em 1884, este meio de transporte tinha trazido a Braga 16800 passageiros durante as comemorações do 1º centenário do Bom Jesus do Monte.

O fulgor das peregrinações portuguesas do último quartel do século constituía uma forte reacção ao aparecimento, nas décadas de 1870-1880, dos partidos republicano e socialista, e à difusão dos seus ideais. Nos vinte anos que antecedem a instauração da República, ser partidário deste regime equivalia a lutar contra a monarquia e a Igreja e acender o rastilho anti-clerical ou mesmo, apontar baterias contra o catolicismo. Por isso, assistiu-se, neste período, ao reforço da ligação entre a monarquia constitucional e os principais santuários portugueses.

Esta ligação manifestou-se sobretudo de duas formas: através da protecção régia às suas confrarias, que assim se demarcavam daquelas que começavam a ser ocupadas por republicanos e mações, e ainda pelas constantes visitas da família real e entregas de importantes dádivas aos referidos centros de peregrinação. Estas eram geralmente compensadas pelos responsáveis dos santuários, através de um excelente acolhimento às principais figuras do regime. Entre as confrarias de protecção régia contavam-se a Senhora do Sameiro (1888), Senhora da Agonia de Viana do Castelo (1890), Senhora do Rosário do Barreiro (1890) e Senhora da Rocha (1898). Pela Real Casa de Nossa Senhora de Nazaré, que possuía um palácio preparado especialmente para o alojamento da realeza, passaram todos os monarcas portugueses depois de D. Maria II. A presença régia nas festas da Senhora da Nazaré e da Rocha, dos Círios do Cabo e da Arrábida, entre outras onde se deslocava a corte lisboeta, teve particular incidência nos anos em que cresceram de tom os ataques à Monarquia [...]".

(Excerto da comunicação apresentada no Colóquio Internacional "Piedade Popular. Sociabilidades. Representações. Espiritualidades", organizado pelo Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa).






DA GRAÇA... COM GRAÇA





LEIO




Marcos Portugal - Ensaios

Jean-Paul Sarraute

Fundação Calouste Gulbenkian, 1979


O CARMO APÓS O CREPUSCULO



Palácio Valadares


Grelha do Passadiço do Elevador St. Justa


Elevador e Passadiço de St. Justa


Casa das máquinas do Elevador de St. Justa


Abside do Convento do Carmo


Convento do Carmo


Rossio e Rua do Carmo

O GOURMET DA VIRGEN!











APARIÇÕES EM LISBOA!




A Virgen del Rocio aparece no firmamento mais catita de Lisboa!
(Já vai sendo habito, em tal sitio, semelhantes aparições e então em época de saldos... é o milagre dos preços caros.)

A nuestra Hermana di Fatima que se ponha a pau, este Santuário está para ficar!



16 de janeiro de 2009

A PASTORA E RAINHA - VIRGEN DEL ROCIO



Santa Maria de la Rocinas
ou Virgen del Rocio





Nossa Srª do Rocio vestida de Pastora


Nossa Srª do Rocio vestida de Rainha


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